2/4/08

Calor!

Eles atravessam a Criação rumo a Gem, a última grande cidade habitada do extremo Sul. Na velocidade do ludamóvel, eles chegam em alguns dias a Gem, que está em guerra com Paragon.

Pata Branca está passando mal de calor. ELes chegam a uma taverna e pedem uma refeição leve. Eles pensam em estocar alguns cantis de água, mas é caro pra cacete. O taverneiro diz que a única coisa que anda crescendo bastante por aí são shadowlands. Hankel fica preocupado. Ludicris pergunta se há algum rumor estranho sobre
caravanas que não retornaram, e o taverneiro responde que algumas foram para a região das montanhas em busca de pedras preciosas, e desapareceram.

Hankel pede a Ludicris que mande um SMS a Schwarzschild para que ele pesquise sobre o crescimento de shadowlands que o taverneiro mencionou. Ludicris manda a seguinte mensagem:

Fomos para Gem e estamos tentando encontrar um dragão de fogo, mas
ficamos sabendo aqui que várias shadowlands estão surgindo e crescendo
rápido. Gostaríamos que você desse uma olhada no Tear do Destino para
encontrar mais informações a respeito.

Recomendo que você também avise Lupo e Ayesha sobre isso.

BRB


Eles estocam água e provisões para duas semanas e vão para as montanhas atrás de alguma pista sobre os dragões.

Lá, Pata Branca põe-se a rastrear as caravanas. Ele encontra um rastro de uma caravana de tamanho médio. Eles vão seguindo a trilha, que sai da estrada na direção de um dos vulcões. A estrada continua rumo a um lugar diferente, com uma mancha escura no céu e um ar macabro nojento.

Eles seguem a trilha, que dá a volta no vulcão até chegar a uma caverna. Pata Branca continua passando mal de calor. Eles entram na caverna, que é escura, a menos de um brilho avermelhado, e quente. O ar está distorcido pelo calor.

Hankel saca as espadas e acende a marca de casta para iluminar o caminho. Conforme eles avançam, a caverna vai fazendo a curva, que se acentua mais à frante. Um ruído grave começa a ficar mais intenso. Logo eles percebem que é barulho de magma. Ainda há sinal da caravana, embora seja menos intenso. As paredes são até meio lisas, por causa do calor.

Lá no fundo eles vêem uma luminosidade vermelha, meio alaranjada, mais forte. Quando eles chegam, é uma piscina de lava bem à frente deles. Em um ponto, a parede do túnel acaba e há um vão no chão, de mais ou menos meio metro. Lá em cima, eles vêem o céu.

Ludicris percebe um resto de tecido jogado num canto ele examina o trapo e vê que parece lona de barraca. Ela está queimada nas bordas. Hankel supõe que quem eles estão procurando achou a caravana primeiro. Ele olha para o buraco no chão, e percebe que na parede de dentro alguma coisa lhe é familiar.

Hankel vai até a lava e produz um grampo de alpinismo com ela, usando Craftsman Needs No Tools. A lava extremamente quente machuca, mesmo com a luva. Dói pra cacete.

Ludicris dá uma olhada no buraco e fala para Hankel olhar de novo. Ele diz que é um dragão que está lá embaixo. Como dragões são elementais do fogo, talvez haja a possibilidade de alguma negociação.

Hankel desce, desce, desce, desce, desce, desce, e cai. Pata Branca e Ludicris, que estavam logo atrás, vão junto. Cai a corda com grampo e tudo. Ludicris e Pata Branca se seguram. Hankel apara a queda com as pernas, enfia as espadas na parede e pára.

Pata Branca se transforma em águia e fica planando. Ludicris pergunta a Hankel se ele consegue descer. Hankel vai descendo à la Kratos, fincando as espadas na parede para segurar a descida.

Quatro horas depois, eles continuam descendo. No caminho, Hankel vê algumas escamas de dragão fincadas na parede. Quando ele tenta pegar uma delas, a parede treme e os esmaga por um instante. Nenhum deles faz idéia do que é aquilo. Ludicris sugere que Hankel puxe a escama de novo, mas Hankel o manda à merda. Quando eles estão para desistir de descer, ocorre a Ludicris que essa parede com escamas é um behemoth. Eles começam a subir imediatamente. Só de Hankel encostar nas escamas a parede demonstra uma certa comoção.

Oito horas depois, eles chegam ao ponto onde eles pararam de cair. Duas horas depois, eles voltam ao topo do buraco. Pata Branca está que não agüenta mais. Ludicris dá um pouco da água a Pata Branca, que sente que está tomando um chimarrão na praia. A água está fervendo.

Eles continuam o caminho pela outra saída. Pata Branca vira cobra e sobe nos ombros de Hankel para se refrescar. Eles saem numa outra abertura bem maior, e vêem no chão estruturas que parecem estalagmites, mas que têm a mesma estrutura das escamas que eles viram lá atrás.

Woops...

Hankel procura uma maneira de passar a espada no treco para pegar o material. A sua melhor chance é passar a daiklave raspando para tirar uma lasca. Ele mira com cuidado e dá um golpe perfeito no coiso, mas a daiklave bate nele sem fazer sequer um arranhão.

Ludicris pede ao falcão que dê uma olhada ao redor, para ver se eles não estão sobre as costas de algum bicho imenso. O falcão vê algumas coisas, mas não quer se aproximar. Mais para a frente, ele vê alguns esqueletos de dragão, de tamanhos variados.

Hankel pede que eles esperem pra ele tentar mais uma coisinha. Ludicris fica falando que vai dar merda. Hankel dá uns 20 passos para trás, pede a Ludicris que deixe o furacão a postos e sai correndo insanamente em direção à escama. Ele dá um golpe insano e a espada ignora a escama e finca no chão. Um picossegundo depois, o chão começa a tremer num terremoto que atingiria uns 15 na escala Richter. As montanhas ao redor desmoronam e o chão se levanta.

Ludicris se estatela no chão, Hankel consegue não se quebrar todo e Pata Branca desvia de um pedaço de montanha que vinha em sua direção. Hankel levanta Ludicris, o moleque chega perto dele e eles saem voando de ludamóvel.

Conforme eles vão saindo, eles ouvem um rugido absolutamente ensurdecedor, que eles têm certeza que deve ter sido ouvido na Criação inteira. Mais ou menos uns 5 ou 6 quilômetros de distância, eles páram para olhar e vêem uma criatura parecida com o Tarrasque, de uns 300 metros de altura. As escamas parecem graminha nas suas costas. O bicho tem mais ou menos a mesma estatura do Juggernaut, ereto.

Pedaços de montanha voam para todos os lados, lava jorra em direção a Gem e o bicho fica se debatendo loucamente no meio das montanhas.

Eles partem para Gem para tentar evacuar o lugar. Lá, as pessoas estão meio atordoadas por causa do rugido, mas ninguém sabe direito o que está acontecendo. Em umas duas horas a lava vai chegar à cidade. De repente, cai um pedaço de montanha em um prédio, e começa a chover lava. Esse pedaço de montanha destruiu um quarteirão inteiro. A chuva de lava cai destruindo tudo, inclusive pessoas. Quem não está morto está correndo desesperado.

Hankel pede a Ludicris que veja com o falcão a topografia do lugar para tentar desviar a lava que está escorrendo e salvar a cidade. No entanto, vai ser meio difícil, porque os vulcões ao redor estão explodindo, e vão levar a cidade junto.

2 comentários:

  Daniel C. Guariento

qua abr 02, 11:50:00 PM 2008

Oopsie...

Eu juro que foi sem querer!

  timpa

qui abr 03, 04:42:00 PM 2008

Vai dar merda capitão, vai morrer gente.