Pata Branca levanta e olha em volta. Quando ele entende melhor o que aconteceu, ele vai pegar a sua espada. Kitiara vai pegar a espada de starmetal. Helmholtz diz "putaquepariu, cadê o Schwarzschild?". O resto do povo que consegue ficar de pé fica comemorando. Depois de pegar a sua espada, Pata Branca vai todo alegrinho chamar os outros.
Está cheio de corpos ali. Pata Branca vai comemorar com Kitiara e Helmholtz, e eles dizem para ele que Schwarzschild sumiu. Helmholtz diz que ele não larga a espada nem para dormir. Kitiara sugere que eles dêem uma limpada no lugar para não virar uma shadowland. Maze e Panther se encarregam da limpeza, organizando os soldados que sobraram para juntar os corpos.
Arianna interrompe os tentáculos. Sobram os warstriders com os Abissais presos dentro. Pata Branca sugere a Kitiara que envie um infallible messenger para Lytek para eles verem o que fazer com os Abissais.
Yurgen comenta que Arianna conhece um ritual para eliminar shadowlands. Helmholtz sugere que eles peguem os Abissais e levem para o Lytek desabissalizar.
Kitiara manda um Infallible Messenger para Ludicris, contando o que fizeram até ali, e também sobre os planos deles de limpar a shadowland da Lover. Outro vai para Lytek contando sobre os corpos de abissais vivos com que eles não sabem o que fazer.
Goro junta a galera dele e volta para a demesne receber o resto da família. Todo o povo de Lookshy vai com ele quando eles acabam de limpar o lugar. Monish ainda está brilhando. Pata Branca vai junto a ele, e conta que ele é bem-vindo no grupo para aprender sobre suas novas habilidades. Ele diz que vai precisar de um tempo para pensar.
Depois de algumas horas, Maze e Panther já juntam os corpos e fazem a pira totêmica. Maze diz que agora eles já poem ir embora. Helmholtz pergunta sobre os enlatados, e explica para os caras da capa do livro que para fazer o ritual eles precisavam do corpo vivo do Abissal e das essências deles, e conta também que eles têm algumas essências abissais guardadas na manse. Eles pensam em um jeito de transportá-los a salvo. Helmholtz diz que seu irmão saberia como fazer isso, mas ele está muito longe.
Kitiara manda um Infallible Messenger para Lupo, dizendo que eles lutaram com a Lover e que Schwarzschild sumiu no processo.
Chega a galera da casa Tepet. Kitiara vai cumprimentar a mocinha. Eles páram e ficam com cara de "que porra aconteceu aqui?". Maze vai junto. A mocinha olha para Kitiara e perguna o que está acontecendo ali. Kitiara responde que eles acabaram de lutar com a Lover Clad In The Raiment of Tears. Helmholtz diz que eles a chamavam só de Lover, isto é, antes de matá-la. A mina fica atônita. Kitiara explica que o Touro do Norte está por ali e a mina fica ainda mais espantada. Kitiara se apresenta como a nova líder da casa Iselsi. A mocinha fica sem resposta.
Enquanto isso, não-aqui
Schwarzschild se vê sozinho em uma vila deserta. É mais ou menos o meio da tarde. Ele está na borda da vila. Há algumas poças d'água por ali. Ele se olha para ver seu próprio estado, mas não vê nenhum reflexo. Ele tenta tocar a água, mas não sente nada. Ele vê alguns seres vivos ao seu redor. São alguns poucos animais, raquíticos. Ao tentar se aproximar de um, ele anda para longe dele, apavorado, mas sem saber do quê. Há algumas poucas pessoas na vila.
Ele se aproxima de uma pessoa que aparente ser jovial, e percebe que ela fica com um pouco de frio. Ele supõe que tenha virado um fantasma.
Schwarzschild saca que está em uma shadowland, mas ainda do lado da Criação. Ele se retira para um lugar afastado da vila e espera anoitecer para ver alguma coisa entre as estrelas sobre ele ou o grupo.
Tepet Ejava, the Rose Black
Esse é o nome da mocinha. Ela respira fundo. Helmholtz e Kitiara se oferecem para explicar as coisas com mais calma. Ejava pergunta onde está o resto da sua Casa, e eles respondem que eles estão chegando. Ejava diz que eles vieram porque souberam das legiões que estavam vindo atrás deles. Kitiara diz que eles estavam fugindo por causa do que Mnemon fez na Ilha Abençoada. Ejava chama Mnemon de "aquela vadia" e perguntam onde está o resto da Casa Iselsi que não veio para a luta. Kitiara explica que eles estão indo mais ao norte fixar residência. Ejava diz que vai acompanhá-los só para garantir a sua segurança, e olha para Helmholtz. Ele diz ser amigo dela, e ela olha descrente. Depois vai até seus capitães, e a galera começa a se mexer.
A legião Tepet se divide em duas. Uma parte vai à frente, e a outra acompanha Kitiara, que pergunta a Helmholtz o que eles vão fazer com os enlatados.
Chega a resposta de Lytek. Ele diz que precisa das gaiolas dos Abissais também, e diz que sente muito pelo amigo deles, mas que a Essência dele ainda não chegou a Lytek.
Kitiara manda um Infallible Messenger para Schwarzschild, contando que eles derrotaram a Lover, e perguntando onde ele está. Helmholtz diz que eles têm que ir para a manse pegar as Essências dos abissais na manse, mas antes vai acompanhá-los até o vale, para garantir a segurança deles. Ao dizer isso, ele olha para Ejava. Ele também sugere que Yurgen, Arianna e os outros cuidem dos enlatados enquanto eles vão até o vale. Eles vão falar com Yurgen.
Enquanto isso, os outros Solares abrem os Warstriders para empacotar os Abissais. Yurgen diz a Kitiara que ele e seu grupo vão se juntar a eles assim que possível. Ele dá um jeito de guardar e empacotar os Abissais. Pata Branca faz um mimimi e vai junto a Kitiara.
Num corredor escuro
Schwarzschild olha em um espelho e vê um humanóide branquelo que ele não reconhece. Ele sabe que é ele porque os dois se mexem juntos, mas está com amnésia. Ele olha para a janela e vê uma paisagem da Criação andando, como se ele estivesse indo para algum lugar. Ele está no leste. Ao olhar para a parede pelo lado de fora ele vê o chão lááááá embaixo, e uma parede meio mutante se mexendo.
Ele ouve um abrulho de coisas mecânicas, mas não consegue identificar a fonte. Ele volta para o espelho e encara a coisa que olha para ele brincando com o dedo. É só um espelho. Ele procura alguma outra passagem, e acha uma escada que sobe. O lugar fede, com algumas larvas escrotas e nojentas pingando gosma passando. Algumas são peludas.
Schwarzschild pega seu arco e pensa em descobrir o que ele faz depois. Depois de subir a escada, ele vê algumas criaturas parecidas com ele, mas mais podres, que o ignoram e seguem seu caminho. Ele tenta interagir com uma delas, mas ela o ignora e sai andando. Ele continua subindo, vendo no caminho algumas coisas que ele não reconhece para que servem. A coisa menos feia que ele acha é uma sala com buracos nas paredes e uma porta no meio. Ele olha nos buracos e vê uma larva que cospe na cara dele. Ele cospe na cara da larva, que vai embora.
Ao chegar perto da porta, Schwarzschild encosta o ouvido, mas não ouve nada. Ele abre a porta um pouquinho. Do outro lado, ele vê o resto da sala. Ele pega uma de suas flechas e bate com ela em cima da porta. Os buracos na parede estão muito perto um do outro, como se fosse uma colméia. Schwarzschild sai de lá e continua subindo a escada até chegar em um espaço aberto.
Lá de cima, ele vê o chão láááááá em baixo, e um mar de tropas. No horizonte, ele vê três rios se encontrando em uma cidade. O céu é escuro e negro, com nuvens de tempestade carregadíssimas. Lá longe parece estar de dia, mas o escuro acompanha eles. É como se o lugar onde ele está fosse um cadáver gigantesco misturando carne, pedra e podridão, e isso está andando em direção à cidade. Olhando para cima, ele vê um vulto aterrorizante. Ele se afasta meio encolhido. O vulto olha para baixo. No fundo, cai um raio.
Voltando para a demesne
Em uma semana, eles estão de volta à demesne. Goro diz que agora eles têm que ver no que dá. Helmholtz vai tomar banho de cachoeira. No acampamento, já chegou uma boa parte do povo. Pata Branca tenta ficar amiguinho de Monish.
Aos poucos, chegam mais bloquihos de pessoas. Dois dias depois, chega a turma do Touro do Norte. Ele vai direto para o setor de Kitiara do acampamento. Coincidentemente, Ejava também está lá. Helmholtz vai para junto deles. Desde que eles se encontraram, Ejava tentava evitar o assunto "anátema", e elas ficaram conversando sobre as legiões que vieram matá-los e depois se aliaram a eles. O Touro do Norte entra na cabana, e fica aquele silênio desconfortável.
Yurgen pede licença a Kitiara para ele conversar a sós com Ejava. Ela, Helmholtz e Pata Branca saem.
Passa o diz, e enquanto Kitiara administra o resto do povo chegando, ela também fica de olho na barraca.
Dez dias e dez noites depois, os dois saem da cabana. Ejava faz um cumprimento com a cabeça para Kitiara e vai falar com as suas tropas. Yurgen também sai para falar com suas tropas. Kitiara pergunta se está tudo bem, e Yurgen diz que está tudo bem, e que muitas coisas foram esclarecidas. Helmholtz pergunta se agora eles são todos aliados, e ele diz que sim. Depois se retira.
A vila
Chega a noite. Schwarzschild reconhece que está perto de Nexus. Ele faz a leitura, e não acha nada sobre si, mas vê que o mar está pra peixe para os outros. Ele vai o mais rápido que pode até o lugar onde os outros estão.
Depois de algum tempo andando, ele chega a Nexus e vê um cerco escuro em volta dela. São as forças do Mask Of Winters vindo com uma força de 10 a 15 mil, com Juggernaut e tudo para cima de Nexus.
O mar que está pra peixe
Depois dessas horas todas, as forças da casa Tepet começam a montar um acampamento mais fixo. O povo de Lookshy vai embora.
Ejava vem falar com Kitiara. Ela diz que eles vão permanecer ali pelos próximos tempos, que ela chegou a um acordo com o Touro do Norte, e que ela conversou com Goro. Diante das coisas que ela ouviu e viu, é bom ela parar para pensar. Kitiara explica que está tentando fazer isso desde que se encontrou com os Solares, e diz que está na hora de eles se sentarem e fazer a coisa certa.
Ejava diz que até lá eles podem contar com as forças que estão ali. Com sorte, a casa Tepet e as outras casas na Ilha Abençoada vão ver a razão e concordar com o que ela está fazendo. Basicamente ela está mandando a casa Tepet à merda.
Ejava volta para seu acampamento. Depois disso, ela e Goro juntam search parties para procurar materiais de construção. Helmholtz diz que o irmão dele é bom em construir coisas. Yurgen vem conversar com Kitiara e diz que vai embora. Helmholtz o convida a ir até Halta visitar a manse, e ele diz que em outra ocasião ele vai. Kitiara diz que eles conseguiram dar um grande passo. O Touro do Norte se despede.
Grupo 2 - 23/8/07
Postado por Sir Whiteout quinta-feira, 23 de agosto de 2007 às 21:59
Grupo 2 - 19/8/07
Postado por Sir Whiteout domingo, 19 de agosto de 2007 às 19:10
Schwarzschild continua voando. Ele aterrisa no ombro do warstrider, e desce enterrando a espada nele até chegar ao chão. O warstrider cai no chão no segundo golpe. Kitiara atira três flechas no warstrider manco. Arianna fica controlando os tentáculos de longe.Dace pula para o outro lado do warstrider caído, de onde sai um raio de escuridão crepitante. Dace consegue desviar, mas seu braço, que passou perto do raio, dói um pouco, como se fosse envelhecer muito rápido. Tudo que o raio toca em seu caminho envelhece, enferruja e apodrece. Logo atrás dele sai o abissal com a daiklave para cima de Dace. Depois de levar o golpe, Dace contra-ataca o abissal, mas ele defende e o joga longe.
Maze espeta undeads e os arremessa na direção do globo de Arianna. Ele vai na direção do cara que saiu do warstrider derrubado por Dace. Uma tropa entra na área limpa de undeads. Dace grita para o general para o grupo atirar flechas na direção do warstrider caído. Helmholtz atira flechas no warstrider manco, que fica mais manco. Pata Branca dá um sprint nele. Schwarzschild se prepara para o que sair do warstrider dele, para atacá-lo de surpresa.
Kitiara atira flechas no próximo warstrider, já que Pata Branca vai dar conta do manco. Arianna dá ordens para os tentáculos saírem dando porrada nos warstriders. Os tentáculos fazem um showzinho e saem esbofeteando os warstriders, que ficam meio podrinhos. As flechas chegam perto do abissal e somem. Dace parte para cima do abissal, perguntando como um Solar pode dar as costas so Sol Inconquistável. O cara diz que não é solar, e o contra-ataca. Dace diz que ele não sabe o que está perdendo, e acerta-lhe com a daiklave brilhando de Essência. Maze sai correndo para o mesmo abissal, e grita que ele jamais verá tão claramente a luz do Sol de novo. O abissal não o percebe. Maze enfia a lança por trás dele, e ele cai. Dace diz para eles irem para o próximo.
Pata Brana derruba o warstrider manco. Ele fica perto da porta em forma de mamute, esperando o abissal sair. Helmholtz descarrega flechas no warstrider que Kitiara está atacando, e o derruba.
Os outros Solares estão batendo por aí. Dace vê que, no geral, o exército solar está se fudendo. Ele vira para os outros e diz para eles saírem devastando os undeads por trás para eles recuperarem a vantagem numérica.
Schwarzschild sai correndo no modo liqüidificador, moendo undeads no caminho. Arianna continua operando os tentáculos, que derrubam os três warstriders restantes. Dace sai derrubando fileiras de undeads e fica ceifando os que sobreviverem. Maze fica espetando, empilhando e arremessando os undeads. Pata Branca fica pisoteando o warstrider caído, amassando-o. A porta do warstrider trava e o abissal não consegue sair de dentro dele. Pata Branca vai fazer o mesmo com o próximo. Helmholtz atira flechas flamejantes para espalhar fogo nos undeads. Kitiara guarda o arco, pega sua daiklave e sai correndo queimando undeads com sua aura.
Nessa brincadeira, com algum tempo, Pata Branca pisoteia todos os warstriders enquanto os outros limpam os undeads, em direção ao exército aliado. Em duas horas, eles se aproximam, já tendo reduzido muito o número de undeads. O exército aliado também está bem reduzido. Aparece uma nuvem negra atrás deles. É a Lover olhando para eles com cara de muito puta. Vem um ventinho de trás dela. O véu dela sai voando com o vento, se abre, se desfaz e se transforma em muitas vespas feitas de uma puta pura escuridão, que vai para cima deles e do exército.
Arianna sai correndo loucamente, e grita para todos irem para perto dela. O que sobra do exército ou está morto ou está muito para trás. Eles vêem que o rosto dela é uma caveira. A Lover começa a inchar e vira uma criatura monstruosa urrando. Ela corre para cima de Arianna e solta um contra-feitiço para derrubar o escudo. Ela vem com a marretona para a cabeça de Arianna.
Arianna desvia do golpe. Schwarzschild pula no braço dela e dá uma série de golpes no mesmo local. Ela o contra-ataca, mas Schwarzschild bloqueia e ataca novamente, mas a Lover se esquiva de novo. Dace pula em cima dela e sai dando porrada. Arianna conjura uma roda de ferro e a arremessa no pescoço da Lover. Kitiara solta um charm auxiliar para facilitar o ataque dos outros, e fica atirando flechas para distraí-la. Maze fica atacando a Lover com sua lança. Pata Branca fica trombando, pisoteando e cabeceando, mas não acerta nada. Helmholtz solta uma chuva de flechas flamejantes em cima dela, mas ela desvia de todas.
Chegam os outros Solares que estavam longe. Schwarzschild pula para cima dela e sai dando porrada de novo. A Lover estava olhando para ele. Ela sai defendendo as pancadas com o martelão. Na última pancada, a daiklave sai voando e termina enterrada no chão. Depois, a Lover arremessa Schwarzschild longe, e ele cai num buraco escuro e desaparece. Ela percebe o resto da cambada chegando e levanta os braços. Escurece tudo. Todos sentem uma pontada no peito, sentem um fraquejamento e desmaiam. Pata Branca se vê sozinho contra ela, que agora é uma menininha com cara de assustada.
Pata Branca fica em forma DBT e parte para cima. Ele a acerta e vê no rosto dela uma sombra do rosto da Lover. Ele continua batendo. Toda vez que apanha, a menininha faz uma cara macabra. Depois do quarto golpe, ela pula para trás, se envolve em sombras e volta à sua forma normal. Depois ela parte para cima dele. Ela está muito muito feia (tipo a Mazé batida no liquidificador). Pata Branca enche ela de porrada, e termina enterrando a daiklave no peito dela. Ela começa a tremer e a brilhar muito foda, e sai um vento fortíssimo dela.
Os outros acordam e vêem o vento pútrido saindo de dentro dela. O chão começa a tremer, e sai uma onda de impacto como uma explosão. O corpo se desfaz e a onda de choque derruba todo mundo. Pata Branca sai voando. Só sobra um morrinho com uma daiklave de moonsilver enfiada no chão.
Os outros se levantam meio tontos, e vêem ao longe as legiões da casa Tepet chegando. A daiklave de moonsilver é o sinal da vitória deles sobre a Lover. Eles vêem outra daiklave, de starmetal, enfiada no chão e sacam que Schwarzschild sumiu.
Grupo 2 - 14/8/07
Postado por Sir Whiteout às 19:07
Helmholtz gira e vai parar embaixo de Pata Branca, protegendo-se das flechas. Pata Branca continua correndo. Dace gira sua daiklave sobre a cabeça, rebatendo as flechas na horizontal para acertarem quem estiver por perto. Kitiara ignora as flechas. Schwarzschild continua na dele. As flechas desviam dele. Quando se aproximam de Kitiara, as flechas queimam. Pata Branca encara as flechas como se estivesse apenas chovendo. Arianna ignora as flechas. Dace pula em direção das flechas, atacando-as e rebatendo-as na direção dos undeads.
De repente, tem 500 undeads a menos. Algumas das flechas passam pelo fogo que está pegando, e o espalham ainda mais. Os caras que estavam nos Warstriders vêem isso, e começam a se dirigir para cima deles. O arauto está também indo para cima deles.
O sujeito vê a barbaridade que Dace está fazendo e saca sua daiklave. Não sobrou nenhum undead perto deles. O arauto parte para cima de Schwarzschild para dar uma estocada. Ele corre insanamente na direção do arauto para desviar o ataque e enterrar a sua daiklave nele, ao invés. O arauto pega a daiklave de Schwarzschild e o joga para baixo, na intenção de jogá-lo para cima. Schwarzschild vai parar em cima de Kitiara.
Agora ele vai para cima de Dace. Tentando se defender, Dace pula para trás e o contra-ataca de baixo para cima. Depois de levar a porrada, o arauto vai para cima de Arianna e pára na bolha de proteção. Arianna torra o cara, que solta um ganido e morre.
Tem sete warstriders correndo na direção deles. Schwarzschild sugere que eles se separem e peguem os Warstriders ao mesmo tempo, mas Dace diz que é melhor eles irem todos juntos e derrubarem um por vez.
Kitiara está com o gato na cabeça.
Schwarzschild corre na direção de Pata Branca e pede que ele o arremesse na direção do Warstrider mais próximo. Kitiara vai para junto de Pata Branca. Helmholtz solta uma chuva de flechas no mesmo ponto do joelho de outro Warstrider, que fica um tiquinho de nada manco. Kitiara solta suas flechas no mesmo lugar, e o Warstrider fica manco mesmo. Arianna solta um Magma Kraken embaixo dos bichos. Brotam dez tentáculos gigantes que começam a bater nos Warstriders. Dace pula em um dos warstrider e vai subindo nele dando porrada. Quando ele chega lá em cima, o warstrider se desequilibra e cai, com a ajuda de alguns tentáculos que dão uma rasteira nele. Schwarzschild chega perto do mamute e sobe nele. Pata Branca o pega pela cintura e o arremessa para cima do Warstrider. Schwarzschild sai voando.
Grupo 2 - 8/8/07
Postado por Sir Whiteout quarta-feira, 8 de agosto de 2007 às 20:48
Kitiara vai falar com o Touro do Norte. Ela avisa que a casa Tepet também não gostou do que Mnemon fez, e estão indo para lá também. Ele diz que quando eles chegarem as coisas se definem.
As multidões ficam se encarando. O aralto da Lover sai do meio da multidão e vai para o meio. Sai também o aralto de Lookshy. Os DBs do império mandam o seu aralto, seguido por três caras atrás. Schwarzschild sugere que Maze vá para o centro com ele. Yurgen chama um mamute e convida Maze a ir com ele para o centro.
Monish fica com Pata Branca e Helmholtz. Pata Branca explica para ele que a Lover está lá para pegá-lo. Helmholtz conta a história super-super-super-resumida de Tyrush para ele entender que tem que manter distância dela.
No centro, eles se encontram com o Abissal da Lover. Ele usa uma máscara de osso, uma armadura de soulsteel, e seu cabelo longo parece ter vida própria. Seu cavalo é um morto-vivo. Yurgen e Maze descem do mamute. O general de Lookshy fica em seu cavalo. Perto dele a umidade é bem grande.
O aralto da Lover manda eles entregarem os Solares para serem poupados, com uma voz sussurrada. Maze diz que eles não vieram aqui para entregar ninguém, e que eles vão ter que tirá-los à força. Ele vê que o general DB está hesitando. O de Lookshy não. Maze continua, dizendo que o local será afetado permanentemente pela batalha, ameaçanco a Criação. Ele diz achar que todos concordam com essa conseqüência, finca sua aliança no chão e dá uma olhada no general DB. Pelo Sol Inconquistável, todos devem discordar que a Criação seja afetada nesta batalha, e só um deles estão trabalhando nesta direção. Os Abissais estão sozinhos nessa empreitada.
O general de Lookshy fica ao lado de Maze, finca suas duas daiklaves no chão e diz ao Abissal: "aqui vocês morrem". O outro DB finca suas daiklaves e diz: "aqui nós resistimos". Yurgen olha para Maze, para o general de Lookshy, para o DB e para o deathknight, dizendo: "você o quer? então vem buscar!". O deathknight olha para aquilo e diz que este lugar vai ser uma bela adição ao underworld, e vai embora. Os outros dois generais olham para Maze e perguntam "e o que a gente vai fazer agora?". Maze fala para eles não temerem, e que seus esforços conjuntos vão sobrepujá-los. No dia em que o Sol Retornar, ele vai saber que esses feitos foram para a sua glória. Maze pede a Yurgen que ele os dê conselhos para a estratégia. Yurgen diz que o jeito é partir pra cima.
O general DB volta falar com os seus carinhas. Dois deles vão para a outra parte do exército. Os outros fazem o mesmo. Yurgen e Maze sobem no mamute e voltam.
Os exércitos começam a se alinhar. Nexus se junta aos DBs. Restam duas linhas: a da Lover, e os outros.
Vem um urro apavorante do céu, pegando todos desprevenidos. Os onze mil começam a pensar em fugir. Uma voz retumbante ecoa por toda a planície, dizendo: "não se deixem manipular pelos poderes capciosos dessa vadia morfética do caralho! Nada nos impedirá de alcançar a vitória!" Uma aura gigante, imensa, megalomaníaca, megablaster, na forma de touro, envolve todo o exército e eles se animam de novo.
Todos começam a se preparar para a batalha. As tropas começam a andar. Da galera do Touro levantam três warstriders. Da galera de Lookshy levantam mais dois. Dos DBs do noroeste brotam quatro. Dos outros DBs saem mais dois. Pata Branca se transforma em mamute, e Helmholtz sebe nele. Do lado da Lover levantam sete warstriders.
Pau!
Os exércitos vão à carga. Schwarzschild roda sua daiklave na zona de treta, transformando-a em um escudo cortante. Arianna fica fortona, com um globo de luz brilhando em volta dela. Helmholtz é o homem nuclear.
Schwarzschild sai correndo e varrendo quem estiver na frente. Kitiara enfia sua espada em um cara. Arianna sai correndo em direção ao primeiro deathknight que ela achar. Ela corre em direção ao aralto. Pata Branca pisoteia treze undeads. Maze corre em direção a um deathknight, varrendo a legião de undeads no caminho. Helmholtz fala para Pata Branca correr em direção ao aralto, e mata três undeads, protegendo a retaguarda de Pata Branca.
Todo mundo percebe um amontoado de undeads voando para a frente e pegando fogo. Quem se preocupa em olhar para trás vê o povão na interface, e alguns caminhos se formando no meio da multidão. Helmholtz consegue ver que são os Solares, Kitiara e Schwarzschild que estão abrindo caminho. Atrás deles vem uma chuva de borboletas.
Schwarzschild continua correndo e varre as pernas dos undeads. Kitiara corre acompanhando-o, botando fogo em mais três. Maze finca sua lança nas barrigas dos undeads e quebra suas cabeças com a girada subseqüente. Pata Branca continua pisoteando undeads. Arianna continua correndo. Helmholtz desliza até a tromba do mamute e atira três flechas. Elas saem ricocheteando em três fileiras pelos undeads, botando fogo em 630 deles. O fogo começa a se espalhar.
De repente, fica mais escuro que o normal. Alguma coisa cobriu o sol. Ao olhar para o sol encoberto, Dace fala: "bom, agora nós lutamos na sombra". É uma chuva de flechas caindo sobre eles.
Sobre Halta
Postado por Sir Whiteout segunda-feira, 6 de agosto de 2007 às 12:01
Halta tem um acordo diplomático no mínimo incômodo com o Fair Folk: aqueles que estiverem na cidade suspensa sobre as árvores está seguro contra ataques pelo Fair Folk, mas quem está no chão é "fair game", a.k.a "te vira neguinho". Em outras palavras, ataques pelo Fair Folk contra pessoas no chão não são considerados como atos de guerra e por isso não são retaliados - esse acordo foi resultado de uma negociação de paz com o Povo de Fora muito muito muito tempo atrás.
Em geral o povo de Halta é bem civilizado e educado, e as pessoas são tratadas com igualdade por ali - até mesmo animais conscientes. A única exceção são os "beastmen" - resultados do cruzamento de humanos (a.k.a Lunares) com animais, que são tratados com respeito mas em geral não são muito bem quistos.
Halta está sempre em pé de guerra com a Nação Linowana, o país vizinho a oeste. Os Linowanos são aliados do Império dos Dragon-Blooded, e as hostilidades entre esses dois países foram o pivô da guerra do Touro do Norte contra as Legiões da Casa Tepet. Halta, por outro lado, responde positivamente aos Solares.
Entre as pessoas de Halta, a opinião corrente é a de que a guerra iminente contra o Império deve ser abraçada com entusiasmo - afinal, dizem os partidários dessa posição, quer eles lutem ou não, o Império virá atrás deles e tudo o que eles podem fazer é lutar para que o resultado seja positivo para eles, ou seja, os Solares no poder. Existem aqueles em Halta contrários a essa posição. Essas pessoas em geral são os sobreviventes das forças que Halta mandou para ajudar Yurgen Kaneko na batalha contra os Tepet. A visão da batalha - Exaltados usando golpes extremos e a característica inumana das suas capacidades de batalha lhes deu uma idéia do tipo de situação em que eles estarão se envolvendo caso procedam com essa guerra. Eles acreditam que a única chance de Halta sair inteira dos eventos que estão prestes a acontecer é não se envolver.
A chegada de Devon a Halta terminou de silenciar a já fraca voz desses sobreviventes. O entusiasmo do povo de Halta com a atitude de Devon é muito grande para ser silenciado.
Em off:
A grande fraqueza dos haltanos é acreditar, no entanto, que tudo o que eles possuem atualmente foi conseguido unicamente pelo esforço de seu povo. A verdade é outra: Halta é mais uma das experiências sociais do Rio dos Mil Fluxos - a iniciativa lunar para recriar a civilização de maneira que as pessoas não dependam de semideuses superpoderosos para protegê-las.
Grupo 2 - 2/8/07
Postado por Sir Whiteout quinta-feira, 2 de agosto de 2007 às 20:32
Nesta sessão, Daniel interpreta Maze no lugar de Áttis.
Cadê a Kitiara?
Pata Branca acorda e fica em sua tenda. Entra Goro perguntando por sua irmã. Pata responde que acha que ela só saiu antes dele. Goro fica consternado e diz que ela está desaparecida, e que Helmholtz foi encontrado amarrado. Pata Branca xinga Helmholtz. Goro sai.
Lá fora, ele diz a Schwarzschild e Helmholtz que ela realmente sumiu. Pata Branca começaa procurar rastros. Helmholtz também. Eles descobrem que os raptores vieram do oeste,passaram pelo Schwarzschild, desviaram, amarraram Helmholtz, pegaram Kitiara e foram para o sul.
Maze decide ficar para acalmar os ânimos.
A equipe de busca conta com Helmholtz, Pata Branca e Harmonious Jade. Eles seguem a trilha até o grande acampamento DB que Pata Branca viu.
Schwarzschild, Maze e Goro ficam sentados em roda. Schwarzschild diz que é melhor Goro ficar no comando da Casa enquanto Kitiara não aparece. Ele também diz que é melhor Maze usar seu carisma para contar ao resto da casa o que aconteceu, para eles não se preocuparem com isso e se prepararem melhor para a chegada do inimigo.
Helmholtz xinga Schwarzschild, por não ter dado mais detalhes do que poderia acontecer com a Kitiara.
Enquanto conversam Goro, Schwarzschild e Maze, entra Panther perguntando o que está acontecendo, e Schwarzschild conta. Diz também do grupo que já saiu atrás da trilha, e diz que para eles é mais importante acalmar o resto da casa Iselsi. Maze diz que eles têm que acalmar os DBs dizendo que o rapto de Kitiara foi um ataque covarde à moral desse bravo exército. Panther pega Maze e Swan e eles vão falar com a galera no mano-a-mano.
Schwarzschild diz a Goro que Kitiara era uma líder espiritual, e não estratégica. Chega um Infallible Messenger para Goro, e ele arregala os olhos. Schwarzschild pergunta a ele o que foi, e ele diz que a legião Vermillion está vindo para cá ajudá-los. Eles são sobreviventes do combate contra o Touro do Norte, e vão lutar do mesmo lado que ele, sem saber disso. Eles estão vindo pelo sudoeste. Schwarzschild sugere avisar a Casa de que eles estão vindo, mas Goro acha melhor não, e que isso é um problema a ser tratado depois.
Depois, Schwarzschild divide o exército em grupamentos, com a ajuda de Goro e Dace. Ele divide os Dbs de acordo com a especialidade de cada um. Em sua maioria, os DBs Iselsi são colonos e construtores. Os DBs do círculo de Dace são guerreiros. Eles passam todo o dia elaborando.
No dia seguinte pela manhã, um dos sentinelas volta esbaforido. Ele vem do oeste, e diz que a legião que vinha do oeste fez uma curva e agora está indo para o sul, tomando um atalho. Em menos de uma semana eles chegam pelo outro lado do vale.
Maze sugere que Arianna crie uma distração na outra legião de DBs, de maneira que eles pensem ser melhor atacar o vale pelo lado norte, em vez do sul. Quando ela vai falar, eles ouvem o barulho imponente do chifre indicando a chegada do Touro do Norte. Eles vão falar com ele, e no caminho discutem a estratégia. O exército de Yurgen está indo para o oeste, na direção em que o rio é mais estreito. Eles se encontram na margem do rio.
Quando eles avistam o exército, Yurgen faz o sinal para o exército parar. O grupo o saúda, e ele diz que é melhor eles continuarem o caminho até chegar. Chegam dois mamutes carregando uma ponte. Depois de a ponte estar montada sobre o rio, o exército começa a atravessar.
Seus cabaços!
Maze conversa com Yurgen sobre o seu plano para criar a distração. O Touro responde que a Lover não quer nada com eles. O que ela quer é o Tyrush. Ela vai passar reto pelo vale, e não está nem aí para os Iselsi.
Chega um mensageiro, dando o sinal de que a Lover acabou de passar pelo oeste do vale.
Resplendent Water 16
Procurando Kitiara
A equipe de busca, principalmente Pata Branca, vêem que o rastro leva ao acampamento DB onde vai aparecer Tyrush.
No segundo dia, Pata Branca vê uma pessoa carregando um volume nas costas. Ele mergulha para cima do cara. O cara vê e aperta o passo. Pata Branca pousa, vira menino e sai correndo atrás dele. Quando ele quase o alcança, ele joga um frasco no chão e sai uma fumacinha. Pata Branca não cai e continua correndo. O que ele carrega é uma pessoa com os cabelos cobrindo o rosto e com os braços pendurados.
Ele percebe uma segunda pessoa ao lado dele. Quando ele chega com a daiklave, o segundo cara bloqueia e se põe no meio do caminho. Pata Branca usa Foe Driving Attack e parte pra cima do cara descendo-lhe o cacete. O cara bloqueia o segundo ataque, e o terceiro também. Ele continua a segurar Pata Branca enquanto o outro cara foge.
Pata Branca se transforma em T-rex e sai correndo atrás dele. O cara monta nele e finca a sua daiklave no flanco de Pata Branca. Depois, ele passa a espada no pescoço de Pata Branca e começa a enforcá-lo. Pata Branca se transforma em águia e sai atrás do outro cara. O outro cai no chão e tenta correr atrás dele. Quando Pata Branca fica sobre o cara, ele vira Crinos e cai bem na frente dele, meio desajeitado. Ele se vira para o cara e diz que daqui ele não passa. O outro cara parte pra cima dele. Pata Branca pega sua daiklave e dá uma daiklaveada nas pernas do cara. Ao fazer isso, o cara some e aparece em cima da daiklave de Pata Branca com uma aura dourada. Ele dá uma bica na boca de Pata Branca.
O outro cara vê essa cena, fica boquiaberto e grita "A...A...Anátema!!!", e depois parte pra cima dele. O cara joga Kitiara para cima, usa a daiklave do outro para esfarelá-lo e depois pega Kitiara no ar. Pata Branca saca que esse é o Tyrush.
Pata Branca grita para ele "Pára, porra, senão eles vão te massacrar!". Fica um momento estranho, enquanto os dois se encaram. Pata Branca continua: "você não sabe que eles vão fazer com você o mesmo que esse cara tentou? Você é um SOLAR!" O cara fica duvidando, sem saber o que fazer. Pata Branca pergunta se ele sabe como ele fez isso. Ele diz que não.
Eu exaltei o cara!
Kitiara acorda e vê uma bunda brilhando muito dourado. Ela tenta se desvencilhar e cai no chão. Ela vê um cara meio tigre e o sujeito que a estava carregando brilhando insanamente. Ela pergunta por que ele a pegou. Ele diz que o mandaram pegá-la, e não sabe por quê. Kitiara diz que ele acabou de exaltar, e que eles têm que tirá-lo daqui agora. Pata Branca vira menino e diz que não quer mais lutar com ele. Kitiara explica a situação para ele, que fica em silêncio e com cara de bunda. Helmholtz e Jade chegam.
Helmholtz pergunta por que veio um Solar raptar a Kitiara. Ela diz que esse pode ser o Tyrush. Ele é da casta Night. Helmholtz mostra a ele a sua marca de casta. Jade chega para ele e diz que sabe o que ele está passando. Ele precisa vir com eles agora, porque esse lugar é muito perigoso. Uma nuvem negra gigantesca se forma no leste, com trovoadas barulhentas. Uma sombra vem pelo chão se aproximando de onde eles estão.
Quando eles se viram para correr, eles se estacam parados no chào, porque tem outra nuvem vindo do norte.
Enquanto isso, no vale
Faltam dois dias para Tyrush exaltar. O exército do Touro do Norte acabou de atravessar o rio.
Schwarzschild reconhece que fez merda e se dispõe a seguir o Yurgen até o acampamento DB de Tyrush. Ele diz que Tyrush vai exaltar logo e que eles precisam ir até ele. Yurgen diz que foi um erro de principiante, mas que acontece. Dace vai também. Eles dizem a Goro que é importante ele ficar com sua Casa. Ele diz "Esquece, mano. Eu vou." Maze vai também.
Schwarzschild diz ao Touro do Norte que eles precisam voltar para o grupo avisar o que vão fazer. Ele topa. Eles voltam e avisam o acampamento. Swan decide ficar para deixar o povo sussa. Schwarzschild pede para Goro explicar a situação. Goro fala para o povo o que está acontecendo. Eles juntam as tralhas e saem correndo atrás do Touro do Norte.
O ponto de convergência dos exércitos
Pata Branca continua em sua forma grandalhona. Ele, Kitiara e Helmholtz vêem um grande exército vindo do norte. Ela acha que é a segunda legião da Lover. Jade olha para ela e diz que é o Touro do Norte. Pata Branca pega Kitiara e Tyrush nos braços e todos saem correndo até alcançar a tropa do Touro do Norte. Os outros fazem a curva e os continuam seguindo.
De lá, Schwarzschild e o Touro do Norte vêem Kitiara e os outros chegando. Kitiara pede que eles falem com o novo amiguinho. Ele se apresenta como Monish. Yurgen diz que agora não é hora para isso. Schwarzschild olha para um lado e vê a Lover. Do outro lado, uma legião de DBs. Pata branca diz a Monish que esses aí são outros Solares muito fodas. Eles também percebem que os caras que estavam no acampamento ao sul estão vindo também.
Schwarzschild pergunta a Yurgen qual é a distância dos agressores. Ele diz que eles estão a poucos quilômetros, marchando em total exposição de armas.
Schwarzschild se dá conta de que não dá para eles correrem de volta para o vale porque não dá tempo.
Pata Branca vê a legião de Lookshy chegando armada até os dentes, outra vindo de Nexus e a Vermillion a alguns dias de viagem vindo lá da putaqueopariu. Ele vê também um vulto chegando. Ele diz que tem reforços chegando. Ninguém mais vê o vulto. Eles vão chegar todos ao mesmo tempo.
O Touro do Norte diz que eles têm que se encontrar com as forças de Lookshy o quanto antes. Eles vazam muito foda. Pata Branca fica de olho no vulto.
Eles alcançam as forças de Lookshy. Todas as legiões estão a olho nu. Goro vai na frente falar com os caras. Yurgen e Schwarzschild vão também. Quando eles vêem o Touro do Norte, rola um burburinho. Ficam uns 5 segundos de tensão enquanto o general de Lookshy e o Touro ficam se olhando. Eles dizem que estão do mesmo lado, pelo menos por enquanto. Schwarzschild diz que é melhor eles esquecerem as suas diferenças por hoje. O general de Lookshy, chamado Joratar, concorda, mas enfatiza que é só por hoje.
As tropas se alinham. Kitiara diz a Goro que é uma cena bonita. Pena que eles não têm uma máquina fotográfica.
Schwarzschild pergunta se Goro ou Joratar conhecem alguém de Nexus, mas eles não conhecem ninguém.
A cena é uma rodinha com todos os exércitos em volta, esperando alguém tomar uma atitude. São 5 exércitos se encontrando. Ninguém sabe o que vai acontecer.
Grupo 2 - 31/7/07
Postado por Sir Whiteout quarta-feira, 1 de agosto de 2007 às 02:35
Resplendent Water 8
Nesse meio tempo, Schwarzschild prepara um prayer strip para guardar junto de sua daiklave. Pata Branca trabalha como animal fazendo força, e como menino fica treinando com suas armas.
Schwarzschild e Helmholtz passam algum tempo debaixo da cachoeira para treinar suas resistências. Kitiara não sabe o que fazer.
Goro vai atrás de Kitiara, e diz a ele que as pessoas estão fazendo perguntas quanto aos amigos dela. Kitiara responde que eles são necessários, mas Goro diz que as pessoas já estão começando a desconfiar de que eles não são meros mortais. Kitiara se desespera e pede alguma sugestão a Goro. Ele sugere que ela fale alguma coisa. Já há entre 40 e 50 pessoas no acampamento. Em algumas semanas chega o resto. Kitiara começa a pensar no que falar.
Os outros vêem Kitiara e Goro conversando.
Enquanto isso, Schwarzschild fica analisando o terreno para tentar elaborar estratégias para a batalha. Pata Branca continua treinando.
Um futuro distante
Hankel olha para A Uma Manse. Passando por um arco no muro, ele chega a uma praça cercada por um anel de quatro andares. Tem umas coisas andando por ali. Ele passa uma meia hora admirando as construções. Depois, vêm um leão gigantesco e um sujeito com uma capa branca, cujo rosto Hankel não consegue ver. O leão passa reto por ele, e o cara de capa põe a mão nas costas de Hankel e o leva para um corredor.
O que eu falo? O que eu falo?
Kitiara chama todo o grupo. Ela diz que o grupo já sabe que eles não são pessoas normais. Helmholtz pergunta se eles não poderiam se passar por pessoas co grupo, e Schwarzschild diz que eles exageraram na cachoeira. Ele também sugere que Kitiara diga que agora eles estão todos no mesmo barco, e que a Wyld Hunt virá caçar a todos. Kitiara chama Goro, e diz que deve dizer a verdade a todos e que precisa do apoio de Goro, porque sem a ajuda dos Solares eles não têm a menor chance. Schwarzschild diz que a força que está vindo contra eles é muito grande. Goro pergunta se Kitiara se lembra de como descobriu a coisa toda, e diz que seguiu o mesmo caminho e que descobriu o mesmo que ela. Ele disseminou isso parcialmente sobre a Casa, e que as mentiras da Ordem Imaculada já são bem conhecidas entre os parentes. É melhor que ela vá e fale isso para eles. Kitiara marca a reunião para a noite.
Schwarzschild comenta com Helmholtz que é estúpido um grupo se virar contra outro que o ajuda, mas Helmholtz diz que eles podem depois ter problemas com o fato de terem sido salvos por anátemas.
Schwarzschild sugere que Goro também conte a sua experiência para o grupo. Goro diz que Kitiara é quem deve falar por ser a dona da casa. Kitiara responde que precisa de credibilidade, e que Goro é mais próximo do povo. Ele concorda e vai chamar a galera.
O segundo Incarna
Henkel segue pelo corredor até entrar em um salão, passar por uma porta e ficar sozinho em um quarto. Aparece uma pessoa de verde com uma venda nos olhos, que ele não faz a menor idéia de quem é. Ela diz "olá, Hankel do Twilight", e Hankel olha para ela com cara de WTF, e diz que está em desvantagem. Ela se apresenta como Júpiter, e Hankel toma um puta susto. Depois de se recompor, ele pergunta o que diabos está fazendo ali.
Júpiter explica que ela o chamou àquela sala, e que ele está em Yu Shan prque fez algo que há muitos anos julgava-se ser impossível. Ela acrescenta que atrair a atenção do Sol é uma coisa boa, mas muitos levaram vantagem com a situação, e Hankel pode ter atraído para si muitos inimigos. Ele pergunta as motivações dos inimigos e o que eles fizeram para ter o destino que tiveram, e ela conta que antes de os Siderais insuflarem nos DBs o desejo de destruir os Solares, eles próprios fizeram muitas atrocidades.
Hankel insiste que ela diga o motivo da corrupção dos Solares, mas Júpiter não diz nada. Ela diz que os motivos dele são nobres, e que por isso ele será o primeiro a saber da verdade, no momento oportuno. Enquanto isso, ela recomenda cautela. Hankel pede um panorama dos deuses que estão contra eles, mas Júpiter diz que ele não quer saber. Depois disso, Hankel pergunta quem são os aliados, e Júpiter diz que vai levá-lo até a casa do maior aliado dos Solares atualmente em Yu Shan: Lytek. Hankel se lembra que Schwarzschild contou sobre ele, e pergunta se os seus amigos estão bem. Júpiter diz "tudo a seu tempo", e sai da sala. Chegam as duas mesmas criaturas, que levam Hankel pela linha dourada até a casa de Lytek. No caminho, ele vê um monte de naves voadoras, e começa a ter idéias.
O pronunciamento de Kitiara
Mais à noite, estão todos unidos em frente à cachoeira. A Lua bate na cachoeira, e a luz é mltiplicada, iluminando o vale com uma luz prateada. No meio, surge Kitiara, a chefe da Casa Iselsi. É uma multidão de umas 40 pessoas, das quais 15 são DBs.
Goro sobe à frente e anuncia o motivo da reunião: é o momento de a verdade ser dita. Ele diz que a história contada nas escolas na Ilha Abençoada é uma mentira cujo único propósito era mantê-los ignorantes da verdade: os DBs são traidores. Começa um burburinho. Kitiara pede calma a todos. Goro continua, dizendo que muitos deles trabalharam para o Olho que Tudo Vê, e que isso traz à tona verdades inconvenientes. Algumas dessas verdades se referem aos anátemas. Ele descobriu que na verdade os anátemas foram os traídos, e que foram mantidos assim para continuar longe de seu lugar de direito. Depois disso, ele passa a palavra a Kitiara.
Kitiara conta que, quando veio para a borda fazer seu trabalho de espiã, ela encontrou um grupo de pessoas trabalhando junto aos assim chamados "anátemas". Ela também encontrou um Sideral que contou a ela a história da usurpação do poder, e da captura das Essências dos Solares quando a Imperatriz tomou o poder. Agora as Essências voltaram aos corpos e os Solares estão voltando. Mokkori levanta uma dúvida: "sempre existiram anátemas, mesmo antes de a Imperatriz desaparecer". Kitiara diz que existem outros tipos de exaltados, e que alguns Solares escaparam. Ela acrescenta que conversou com o próprio deus da exaltação, que contou a ela a glória dos Solares. Até antes disso ela estava vivendo uma mentira, e que há a possibilidade de a Criação voltar a ser como antes. Os DBs podem voltar a seu lugar de antes: um grande e glorioso exército dos Solares. Se eles tiverem a chance de ver um Solar em ação eles poderão entender. Está na hora de eles fazerem a coisa certa. Um de seus amigos salvou a vida dela. Kitiara pede que eles confiem em seus amigos, pois eles são a melhor chance de sobrevivência da Casa.
O povo fica amaciado. Maze chega com um andar imponente e acrescenta algumas palavras: ele começa a narrativa do ponto de vista dos Solares, dizendo como eles receberam a responsabilidade direto do maior dos deuses, e de como os DBs são importantes como suporte aos Solares, e que somente os Solares têm a capacidade de vencer os oponentes que tentam destruir a Criação. Somente os DBs podem ajudar. Todo mundo levanta e concorda. Um por um eles cumprimentam Maze e fazem uma reverência a Kitiara. Ela apresenta ao grupo os seus amigos e diz que até o Touro do Norte os ajudaria se estivesse aqui. Um moleque comenta com outro: "ô, agora nós estamos do lado do Touro do Norte!". Kitiara pede que Pata Branca volte à forma humana. Uma voz ao fundo se pergunta por que ela está falando com o cachorro. Pata Branca vira menino, e a mesma voz diz "ah, tá." Ela apresenta Helmholtz e rola uma cortesia esquisita entre os DBs e os Solares.
Schwarzschild percebe um grupo razoavelmente numeroso entrando no vale. Não é a galera de Lookshy. Obviamente não há só humanos ali. Ele comenta no ouvido de Kitiara que tem um grupo de pessoas não tão pessoas vindo dali. Ela vê uns 40 a 50 DBs chegando bem armados, em formação de marcha porque estão ainda meio longe.
A luz da lua refletindo no moonsilver de Pata Branca parece uma visão da própria Luna. Os outros percebem a natureza metamorfa do moonsilver. Schwarzschild chega perto dele e diz que é melhor ele se transformar em águia para ver os caras mais de perto.
Os manos da capa do livro
Em umas três horas o grupo deve chegar à demesne. Kitiara pergunta se Goro os conhece, e ele diz que não. Kitiara recomenda cautela. Schwarzschild pergunta a Goro se eles podem constituir um bom exército. Goro diz que eles são capazes de se defender. Schwarzschild pede a Helmholtz que suba a um bom lugar de onde possa observar o exército. Ele vaza e sai pulando. Meia hora depois, chega Pata Branca. Ele conta que viu no grupo da frente 47 DBs armados até os dentes, mas não muito preparados para a porrada. Um pouco depois deles havia um grupo pequeno de umas 7 pessoas, das quais 2 eram DBs. Os outros ele não reconheceu: um era careca e barbudo, o outro sem camisa, o outro de cabelo azul, uma moça com contas no cabelo e outra de cabelo branco.
Pela descrição, Schwarzschild saca quem é o grupo, e diz que é uma coisa boa: são Solares notórios que já tiveram participações importantes em outros eventos. Pata Branca se lembra que o careca de barba, chamado Dace, já se estranhou com um Lunar da Primeira Era, chamado Ma-Ha-Suchi.
Quando os 47 DBs chegam a 500 metros de distância, eles param. Os sete pssam à frente deles e param. O cara de capa e cabelo azul se aproxima deles. Maze se aproxima dele e pergunta quem eles são e quais as intenções deles. O cara responde que os seus nomes são Swan, Dace, Harmonious Jade, Arianna e Panther, e que eles vieram para ajudá-los. Kitiara se apresenta como a líder da Casa Iselsi. Swan diz que todo o leste da criação sabe o que está acontecendo ali. Maze pergunta como eles vieram a saber deles. Swan diz que Jade é de Chiaroscuro, e que ficou sabendo do que aconteceu em Paragon. Além disso é fato conhecido que a Casa Iselsi está saindo da Ilha Abençoada. Kitiara os convida a se juntar a eles e, junto com Maze, os dá as boas vindas. Swan diz que há muita gente interessada neste lugar. Maze diz que é possível eles quererem se inteirar do que eles passaram. Eles vão para uma das tendas e se apresentam. Dace tem um macaquinho, que fica brincando com o gato em volta de Pata Branca.
Os DBs de cá e os DBs de lá começam a se entrosar. Eles chamam Goro para se inteirar do assunto. Swan pergunta se eles já sabem das forças do Império que se aproximam. Eles dizem que sim. Swan diz que há forças de Lookshy vindo de lá também. Kitiara diz que esses são os que Goro chamou. Swan pergunta se eles conseguiram fazer aliança com Lookshy também, e Goro diz que é mais o fato de que eles querem lutar contra o Império. Swan diz também do grupo que vem de Nexus. Ele acrescenta que resolveu ir para lá depois que soube das forças da Lover. Pata Branca pergunta se Swan sabe dos objetivos deles, e ele diz que não. Schwarzschild explica o que eles fizeram com as Essências dos Abissais. Ele conta também sobre Lytek, e explica o que é um Abissal. Swan fica embasbacado. Os outros quatro ficam se olhando com cara de Putaqueopariu!. Dace enterra metade de sua daiklave no chão e fica olhando para os lados indignado. Schwarzschild explica que a essência de Tyrush vai retornar aqui perto no campo de batalha. Ele também diz que foi uma grande coincidência tudo acontecer ao mesmo tempo, e Swan diz que é a primeira vez que ele ouve um Sideral falar de coincidência. Helmholtz diz que é porque ele está escondendo alguma coisa. Maze diz que eles precisam reunir o maior número de Solares possível, e Swan diz que já há sete - oito, se o Sideral estiver certo. Kitiara diz que Tyrush chama a atenção porque ele vai aparecer na Criação depois de ter estado fora dela. Maze diz que se os Solares se reunirem e evitarem os erros do passado é possível eles voltarem a falar em nome dele. Helmholtz diz que eles encontraram o Sol Inconquistável, mas ele não deu muita atenção. Panther dá um passo à frente, indignado. Helmholtz explica que na busca para limpar aessência de Tyrush eles acabaram caindo num lugar inimaginável, cheio de deuses olhando assustados para eles. Ele conta do esforço deles para chamar a atenção do Sol, e que ele os ignorou por estar magoado com os erros deles na Primeira Era. Os Solares precisam reconquistar o conselho do Sol. Panther responde que esses deuses que estão tentando impedir o acesso dos Solares ao Sol têm que ser postos em seus lugares por bem ou por mal. Schwarzschild recomenda calma a Panther. Kitiara acrescenta que eles precisam primeiro construir bases fortes.
Helmholtz pergunta se eles têm alguma notícia de Halta, sobre o reino Solar. Swan diz que não, mas que imagina que eles esdtejam indo bem, pois a última notícia é que Halta tinha um novo aliado que estava fornecendo equipamentos e treinamento para os soldados. Helmholtz diz que é o grupo de seu irmão e os convida a passar por lá. Schwarzschild pergunta como eles viram a Lover e se ela estava bem equipada. Swan diz que ela própria está vindo. Maze pergunta em quanto tempo ela deve chegar. Swan diz que em no máximo duas semanas, e muito bem acompanhada. Kitiara manda um Infallible Messenger para Yurgen dizendo que a Lover está chegando, e pedindo ajuda. Maze pergunta a Pata Branca se os Lunares não vão ajudar. Ele responde que eles sabem de tudo mas preferem não se envolver. Kitiara fica andando de um lado para o outro. Pata Branca pergunta em quanto tempo o pessoal de Lookshy deve chegar. Swan diz que em uma semana eles estão ali.
O lugar onde eles estão é um vale com duas entradas, e uma passagem ampla entre as montanhas. No fundo do valte está a demesne.
Schwarzschild diz que com as notícias da Lover eles vão ter problemas vindo do sul e do norte. Swan diz que não é só uma força, mas duas. Outra força do Império está vindo do oeste. Maze pergunta qual é a passagem por onde a Lover vai se aproximar. Swan diz que é do norte. Os três exércitos vão chegar com um atraso de alguns dias entre si. Eles decidem descansar e começar a preparar a defesa no dia seguinte. Fora da tenda, eles percebem que o acampamento triplicou de tamanho.
Antes de dormir, Schwarzschild dá uma olhada no céu. Pata Branca vai treinar com sua espada.
No dia seguinte eles começam o planejamento. A primeira idéia de Dace é estabelecer um perímetro de patrulha nas duas entradas do vale. Schwarzschild sugere mandar batedores, como Pata Branca, Helmholtz e mais dois, para ter uma idéia da situação mais à frente. As entradas ao vale não ficam menores que 200 metros. Schwarzschild pergunta se eles têm arqueiros. Helmholtz e Jade levantam a mão. Pata Branca pergunta quem do outro grupo sabe dar magia, e Arianna diz que pode dar uma mãozinha.
Todos se sintonizam com a demesne.
Chega a resposta de Samea. Ela diz que está com 2500 homens a menos de duas semanas da posição deles. Kitiara vai avisar o grupo. Maze pergunta a Arianna quais são as habilidades que ela possui. Ela diz que pode ajudar com feitiços, e que felizmente tem acesso a alguns feitiços do círculo Solar.
O destino de Tyrush e o protótipo
Hankel chega a uma beiradinha e desce do barco. A criatura o leva até a sala de Lytek, e Hankel fica olhando para as gavetinhas. Lytek aponta para a gaveta de Hankel, e diz que o que ele fez foi impressionante. Hankel diz que era necessário. Lytek pergunta o que ele vai fazer agora, e Hankel responde que o Sol mandou ele restaurar a glória do Reino Solar. Lytek diz que é melhor Hankel falar com seus amigos, porque eles estão fazendo um ótimo trabalho.
Hankel pergunta sobre Tyrush, e Lytek responde que agora ele responde pelo nome de Monish, e que vai bem. Hankel mostra a garrafinha a Lytek para ele dar uma olhada. Ele diz que o artefato pertencia a uma Solar que não era dos 300. Uma espécie de modelo concentrado, um protótipo. O problema é que ela desapareceu, e a Essência dela não voltou para Lytek, o que pode significar que ela não morreu, ou que a Essência dela está ainda em algum lugar. Hankel pergunta se o artefato comandado pela garrafinha poderia ser rebocado ou movido, e Lytek diz não saber, mas que somente a Solar saberia. Hankel pergunta quando ela foi vista pela última vez, e Lytek diz que foi em Meru. Somente o deus de Meru saberia mais detalhes. Lytek sugere que Hankel desça para a manse encontrar o resto de seu grupo antes de procurar o deus de Meru. Hankel concorda e vai embora, dizendo que vai retornar quando tiver mais informações.
Planejamento militar
O grupo continua planejando as estratégias de defesa, tentando utilizar o rio para atrasar o avanço das tropas. Eles organizam arqueiros e trincheiras incendiárias para limpar as hordas de undeads. Schwarzschild reclama que não tem informações sobre o exército de undeads, e Dace diz que deixou alguns cavaleiros para trás para observar o avanço das tropas da Lover.
Kitiara e Helmholtz percebem um cavaleiro vindo a toda. Schwarzschild pergunta a Dace se é um dos cavaleiros dele. Ele diz que talvez. O cavaleiro chega e vira à esquerda, onde o rio encontra as montanhas. Ele dá a volta e chega perto deles, pula do cavalo e grita "Dace! Dace!". Depois de resprar, ele diz que avistou as forças da Lover. São uns 5000 soldados. O cara desmaia no chão e fica dormindo.
Duas horas depois o cara acorda e responde que em uma semana o exército chega. Maze diz que eles precisam de dados precisos sobre a posição e o avanço deles. Eles precisam de batedores.
Pata Branca voa para o sul para tentar obter informações sobre os outros dois exércitos. Depois de sete horas, eles acham o primeiro exército, acampado no local onde Tyrush deveria aparecer. É um acampamento de campanha. Depois de mais 8 horas a oeste, ele vê o exército de Lookshy, ainda muito longe. Fora isso, ele não vê mais nada. Faltam dez dias para Tyrush exaltar. Depois de dois dias voando, ele vê o exército do oeste: mais 3000 homens marchando. A poucos dias de viagem, quase paralelamente, ele vê a hoste do Touro do Norte: 2500 homens. Mais 12 horas de viagem depois, ele vê a mancha preta dos 5000 da Lover. Aproximando-se da demesne, ele não vê mais nada.
Eles mandam um Infallible Messenger para o Touro do Norte para que eles coordenem o ataque: eles preparam uma armadilha para prender o exército da Lover e a hoste de Yurgen os ataca por trás. Rola um pequeno stress entre Schwarzschild e Dace por causa de uma mal-entendida disputa de experiência deles com undeads.
Por fim, eles elaboram um plano para forçar a incursão dos undeads pelos desfiladeiros, para reduzir os seus números e fazer piques para que a descida dos undeads seja mais difícil. Depois do combate inicial, os dois Nights do grupo, Helmholtz e Harmonious Jade, vão até o acampamento dos DBs para resgatar Tyrush.
No diz 14 à noite eles vão dormir. Schwarzschild faz uma leitura e fica de guarda, revezando com Helmholtz. Ele pede que Helmholtz fique de olho em Kitiara, pois ela pode vir a correr perigo.
Durante a noite, Helmholtz cai no sono. No dia seguinte, Helmholtz é encontrado dormindo e amarrado, e Kitiara sumiu. Schwarzschild não viu nada.
Grupo 2 - 25/07/07
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 31 de julho de 2007 às 12:00
Se a senhora tiver querendo...
Nexus, 21 de Ar Resplandecente
Ainda na taverna, o grupo termina sua refeição terminando de discutir como prosseguir. Kitiara diz que será fácil segui-los, pois os DBs não se escondem. Helmholtz se lembra de quando andou escondido junto de uma Wyld Hunt, mas isso não é mais possivel pois eles reconheceriam a Kitiara.
Saindo da taverna, o grupo vai atrás de um "rastro" da Wyld Hunt, ainda que provavelmente eles tenham ido via alguma estrada. Eles decidem pegar uma carroça, para guardar equipamentos e principalmente as daiklaves. O dono da estalagem vende a carroça mais simples, a de carga. Os 2 cavalos são razoáveis, e o dinheiro celestial do Schwarzschild paga tranqüilamente as despesas. Carregam a carroça com as coisas, e partem. Vão 3 pessoas na carroça, e Helmholtz vai montado em Pata Branca, transformado em cavalo. Helmholtz acha a trilha, e eles seguem em trote acelerado. 5 dias depois, na noite de 26 de Ar Resplandecente, o grupo vê uma mancha luminosa à frente, que é o acampamento da Wyld Hunt. Schwarzschild faz uma leitura, focando no Tyrush, para ver se a Wyld Hunt está mesmo atrás dele e onde ele vai renascer, Mas não vê nada de novo.
Kitiara percebe que alguém está vindo na direção do grupo. O grupo decide montar acampamento, e se fazer de mercadores com um batedor (o Helmholtz). Schwarzschild vê só uma movimentação lá no acampamento deles, mas ninguém vindo na direção deles. Helmholtz sai para caçar. Pata Branca fica pastando com os outros cavalos. Depois eles fazem turno para vigiar o acampamento. A noite passa e vai embora.
Eu peido nele
No dia seguinte, o grupo começa a levantar acampamento. Pata Branca percebe que chegou alguém novo no acampamento da Wyld Hunt, que trouxe informações novas, e que os soldados em geral do acampamento estão parados, ao contrário do planejado de sair pela manhã. O grupo começa a andar.
Quando chegam mais perto, uns guardinhas param o grupo: "Alto lá! Esta estrada está interditada". Kitiara reclama, dizendo que precisa ir para o norte, mas o guarda insiste que isso não é possível. Ao ser questionado qual o problema, ele diz que há um anátema no norte. Helmholtz pergunta se eles estariam seguros se acompanhassem o exército, mas o guarda diz que isso também não é possível. O guarda sugere que eles conversem com o capitão, caso realmente precisem passar.
O grupo (sem armaduras ou armas) entra no acampamento monstro da Wyld Hunt (grande como há tempos não se via). Enquanto andam, Schwarzschild vai prestando atenção nas condições do exército. Chegando na tenda do capitão, eles são admitidos (Pata Branca como cavalo fica para trás, cuidando da carroça). Dentro da tenda não há mapas táticos ou coisas do gênero, o que deixa a entender que esse não é o acampamento definitivo do qual partirão na caçada. Pata Branca lá fora vê um carinha bisbilhotando na tenda, escutando as coisas. Pata Branca se aproxima e relincha. O cara não liga, então Pata Branca solta uns peidos do lado dele. O cara faz uma careta, mas continua lá.
O capitão é um DB do vento, com uma aurazinha de vento ao redor. Kitiara diz que é bem necessário ir para o norte, e ele pergunta porque é tão necessário assim. Kitiara diz que estão indo para Sijan levar coisas para um funeral. O capitão aceita a desculpa e permite que eles prossigam viagem, falando pra eles tomarem cuidado devido a presença de alguns anátemas na região. Todos agradecem e saem. Lá fora eles sentem o cheiro ruim, mas o carinha não está mais lá. Eles voltam pra carroça e seguem viagem. Helmholtz pede que seja enviado um Infalible Messenger para seu irmão.
Galera, tem muitos débeis mentais perto de Nexus, acampados. Entramos em contato com eles dizendo ser mercadores, são cerca de 2000 pessoas entre DBs e humanos, e indo para o norte, talvez estejam rumando a Halta. É isso.
O grupo pára um pouco adiante, passa-se um dia, e a Wyld Hunt não se move. Schwarzschild tenta ler algo, mas não vê nada. Durante a noite ele ativa o Sistematic Understanding of Everything. Todos dormem. Todos acordam e seguem viagem, a passo reduzido. Em um dia de viagem eles saem da vista do exército. Escondem a carroça, Pata Branca vira águia e volta na direção do acampamento para ver o que aconteceu. Os soldados alí estão e não dão sinal de sair de lá. Ele volta, e conta tudo. Kitiara se lembra que esta região não é muito longe da região onde a casa dela irá ficar. Eles passam a noite, e Schwarzschild faz outra leitura, sabendo que é ainda mais ao norte que Tyrush vai renascer, e que sua exaltação está ligada a esta Wyld Hunt.
Enquanto o grupo empacota as coisas e prossegue viagem, Pata Branca vira águia novamente e volta ao acampamento da Wyld hunt tentar achar algo diferente. Mas não vê nada e volta pra junto do resto do grupo.
Eles viajam, viajam, viajam, viajam, viajam, viajam, viajam...
O Golpe
Estrada para Sijan, 21 de Ar Descendente
Depois de 4 semanas na estrada, Schwarzschild faz uma leitura e percebe que é neste lugar que Tyrush vai aparecer, em 2 meses. Marcam este lugar no mapa. Um pouco mais para a frente (1 semana de viagem) tem um vale onde será a futura sede da casa Iselsi. A noite passou. Pata Branca viu a lua cheia mas não aconteceu nada. Eles saem e vão em direção ao vale. Pelo caminho escutam um barulho, e chegando lá eles vêem uma cachoeira gigante, que cai num rio que corre para o oeste, sob as montanhas. O lugar lembra o vale de Gondolin. Schwarzschild e Kitiara percebem que o lugar é uma Demesne de aspecto água muito foda. Esse é o lugar que o primo da Kitiara achou. Schwarzschild percebe um pequeno acampamento lá perto. O grupo vai para perto ver, e lá são recebidos pelo Mokkori.
"Senhora líder, fico feliz que tenha recebido a minha mensagem e que pode vir até aqui". Ela diz que não podia esperar até chegar e ver o lugar. Mokkori fala que so falta algum arquiteto para construir as coisas, e Hankel vem logo à cabeça de Kitiara. Mokkori diz também que Goro está a caminho. Kitiara aprova a escolha, diz que seu grupo ficará para descansar, e também pergunta se ele sabe de algo da Wyld Hunt, ao que ele responde que não sabe de nada. Ficam lá esperando Goro chegar, o que demora 8 dias.
Ele chega junto com uma comitiva da casa, e fica feliz por revê-la. Diz que o resto da casa está a caminho: ele só veio na frente ver como estavam as coisas. Ela chama ele para um canto para conversa particular, e conta da comitiva da Wyld Hunt mais para o sul. Kitiara conta ao irmão sobre a desabissalização, e que seu amigo Tyrush está para renascer por alí. Ele diz que o que ele escutou é outra coisa: que houve um golpe na Ilha Abençoada. O regente conseguiu o apoio da casa Mnemon e tornou-se o novo Imperador. Com isso, unificando-se, o império está voltando ao seu poder de antigamente. E diz que o exército ao sul não é uma Wyld Hunt. Eles sabem que a casa desertou e que achou uma Demesne. Diz que quando o exército passou por Lookshy o povo de lá ficou desconfiado, e acabaram descobrindo de tudo, e agora estão mandando ajuda (que está vindo para a região da Demesne).
Ele conta também que algumas casas ainda estão contra o novo Imperador, mas ainda assim ele conseguiu juntar um apoio suficiente para mandar tal exército. Goro ainda diz que não sabia que a suposta Wyld Hunt estava tão próxima, e que não sabe quanto tempo vai levar para o exército de Lookshy chegar, e que veio na frente justamente para ver como estão as coisas. Kitiara chama seu grupo para contar as coisas. Schwarzschild diz, e Kitiara confirma, que a luta é inevitável. Ele diz também que, por estarem em número pequeno, e sem poder pedir ajuda, além do tempo curto, eles devem pensar ao máximo em como preparar o terreno a seu favor.
Enquanto conversam, Kitiara vê de relance um vulto no alto de um dos despenhadeiros. Ela usa Feeling the Dragon Bones e descobre que tem uma pessoa lá em cima da cachoeira. Ele se esconde e corre na direção sul. Por mais que o persigam, ele foge.
Um mês se passa enquanto eles fazem os preparativos para a grande batalha.
Grupo 2 - 06/07/07
Postado por Leo Matheus terça-feira, 10 de julho de 2007 às 15:25
Aquele que sabe demais
No Tear, Schwarzschild começa a ler o destino. Ele consegue informações limitadas sobre seu grupo, mas consegue informações detalhadas e importantes sobre o grupo da Manse. Quando busca informações sobre o tal ser com paixão pela vida que surgirá, ele consegue uma PLETORA de informações relacionadas ao Touro do Norte, Lookshy, Nexus, a Casa Iselsi, seu próprio grupo, a Wyld Hunt, Tyrush e o Império Dragon-Blooded.
Ainda abalado pelo que viu no Tear do Destino, Schwarzschild se dirige para a Manse de Lupo, seu mestre. No caminho, reflete sobre a sua situação, chegando à conclusão de que agora ele faz jus ao título de "o cara que sabe demais", como foi chamado pelo grupo quando eles se conheceram.
Ele se sente apático, e chega a considerar desistir de tudo, fugir, se esconder, pois o que o espera em nove meses é algo que ele não sabe como evitar. Ele se encosta num canto, tira a sua daiklave da bainha e a segura nas mãos, sentindo todo o peso do material mágico que a compõe cair sobre seus braços, como se o peso das vidas que ele já tirara com aquela mesma daiklave pesasse sobre eles. Ele sabe que as vidas que tirou não podem ter sido tiradas em vão - devem valer para algo maior, algo mais importante. Algo que ele faria, para justificar as mortes pelas quais era responsável. Ele começa a correr na direção da Manse de Lupo, correr como se não houvesse mais nada na Criação que ele pudesse fazer.
No caminho, lembra-se de sua primeira missão pelo Culto dos Iluminados, e traça uma analogia com sua situação atual. Naquela época, para salvar um Solar das garras da Wyld Hunt, ele precisava terminar sua tarefa em oito horas. Lupo o ensinou a pensar que, ao invés de serem *apenas* oito horas, eram *ainda* oito horas que eles tinham para executar seu serviço.
Com isso em mente, Schwarzschild pensa: "ainda tenho NOVE meses!". Agora mais calmo, ele continua a caminho do seu destino.
Ao chegar à Manse de Lupo, ele pensa que foi bom ter ido ao Tear sozinho desta vez - caso contrário, não teria conseguido esconder o que viu dos outros. A primeira coisa que ele faz é narrar para Lupo as suas atividades com o grupo desde seu último encontro - o reencontro do Tyrush, a ida até o portal, o encontro com Samea, o ritual presidido por Lytek, o encontro com o Touro do Norte. Ele conta dos planos que fizeram junto com Yurgen sobre a Lover, e diz
que ainda precisa verificar com Lytek a possibilidade de recuperar as essências de Abissais mortos.
Lupo responde dizendo que é melhor ter cautela. Os avanços que Schwarzschild obteve são excepcionais, mas os Solares devem ser mantidos sob controle - ou os horrores da Primeira Era podem voltar.
Schwarzschild também menciona sua visita ao Tear, mas pede que primeiro Lupo lhe dê notícias sobre a Imperatriz e o Dragão de Ébano, e informações gerais sobre as politicagens de Yu-Shan.
Lupo responde que é difícil conseguir qualquer informação a respeito da Imperatriz em Yu-Shan, e de fato expressa preocupação em mantê-la na cidade celestial - se ela acordar como um Primordial, os efeitos podem ser catastróficos. Quantoà burocracia celestial, nada mudou. Uma hoste de deuses continua cercando os Incarna, especialmente o Sol Inconquistável.
Schwarzschild então descreve o que viu no Tear a respeito do grupo da Manse. Lupo arregala os olhos e expressa intensa preocupação com o que ouviu; esses Solares não podem sair do controle, ou poderão pôr tudo a perder. Ele manifesta esperança em que o Sol Inconquistável injete alguma noção em Hankel, bem como finalmente volte a si e se deixe influenciar menos por aqueles que o rodeiam. Schwarzschild então fala da sua segunda leitura, a respeito do que acontecerá com sua parte do grupo. Lupo escuta com atenção tudo o que ele diz, sem expressar reação. Quando Schwarzschild finalmente termina, Lupo apenas diz:
"você ainda tem muito a aprender, Escudo Negro. O que você viu no Tear não está escrito em pedra - aquilo só acontecerá se nada mudar nos próximos nove meses, o que é muito tempo. Você, como um Sideral, é responsável por manter a História nos eixos - você pode decidir se o que você viu no Tear realmente vai aconceter ou não. Apenas tenha em mente tudo aquilo que eu e Ayesha lhe ensinamos sobre o Destino - tudo o que você faz tem uma conseqüência, e você deve levar isso em conta quando for planejar mudanças no Tear."
Finalizando, Lupo avalia os recentes treinamentos de Schwarzschild, aconselha-lhe alguns novos exercícios e lhe dá conselhos para os tempos difíceis que surgem no horizonte.
Schwarzschild ouve atentamente ao que seu mestre lhe diz e se despede, voltando para sua Manse.
Enquanto isso, na Manse de Schwarzschild
Kitiara passa os dias treinando combate com Maze, enquanto Helmholtz treina esquiva. Também ficam conversando, descansando, essas coisas, ainda chocados com os últimos acontecimentos. Pata Branca, pela primeira vez com tempo livre em Yu-Shan, resolve fazer um passeio pela cidade. A Fascinação inicial logo dá lugar a uma inquietação, devido aos seus instintos anti-civilizados. Depois volta pra manse, e resolve passar seu tempo lá, meditando, pois está super curioso sobre seu passado. De tempos em tempos vira águia e sai voando, para espairecer a mente.
7 dias depois, Schwarzschild retorna.
O Artista Lytek
Yu-Shan, 18 de Ar ResplandecenteSchwarzschild ainda está meio atordoado, quando chega em casa, e diz que precisa descansar.
No dia seguinte, Schwarzschild acorda melhor, e se reune com todos. Ele disse que seu treinamento com seu mestre foi muito pesado, e que precisava realmente descansar. Diz também que não conseguiu ver muita coisa nas suas visões. Helmholtz acha que poderia ter feito melhor, Kitiara está indiferente, mas Pata Branca sabe que ele está mentindo. Diz que o outro grupo está bem, vão passar por algumas dificuldades mas que tudo terminará bem; viu que o ritual do Tyrush deu certo e que ele vai renascer no futuro próximo, e que ele está relacionado a tal pessoa com amor pela vida. Acha necessário passar na manse de Lytek, falar do ritual, dos abissais mortos pelo Touro do Norte, e questionar o problema do processo se o abissal estiver morto. Além disso, diz que Lupo não sabe nada da Imperatriz, mas que acha perigoso que ela continue em Yu-Shan.
Kitiara chama Schwarzschild em separado e questiona o porque ele está escondendo a verdade. Helmholtz chega e pergunta o que eles estão fazendo, e Schwarzschild diz que Kitiara está questionando sobre as visões. Ela desconversa, e diz que depois procurará Schwarzschild novamente. Em seguida, o grupo se reúne e parte para a manse de Lytek.
O "porteiro" da manse diz "vocês aqui de novo!", e os admite na manse. Eles vão para a sala de espera, onde aguardam por algumas horas. Lytek entra no recinto, e Schwarzschild começa a contar os últimos fatos. Conta dos deathknights mortos pelo Touro do Norte, e diz que está curioso se é possivel restaurar os abissais só com as gaiolas. Conta tambem que viu que Tyrush vai renascer. Lytek diz que sabia disso, aponta para a garrafinha da essência que não está mais manchada, e comenta que este é o trabalho atual dele. Está fazendo questão de apagar as experiências vividas quanto abissais.
Kitirara pergunta se ele que escolhe se a pessoa terá ou não lembranças da outra vida, e Lytek diz que sim, e começa a declamar sobre o processo de lapidação de essência (uma "obra de arte"), num longo discurso. O grupo tenta manter a aparência que está entretido, enquanto ele diz exemplos, seus critérios na lapidação, e outras coisas do processo. Schwarzschild sabe que ele deveria limpar as memórias, mas Lytek lapida a pessoa deixando algumas lembranças, se achando um artista. Schwarzschild concorda com isso.
Já os Dragon-Blooded não podem ser lapidados, já que a exaltação vai pelo sangue, mas ele que escolhe quando a exaltação ocorre. Quando consegue interromper Lytek, Pata Branca pergunta sobre sua vida anterior. Helmholtz lembra que as vezes não é bom saber sobre seu passado, que ele pode te perseguir. Ainda assim, Pata Branca mantém a pergunta, devido a sua curiosidade. Lytek diz que ele saberá quando for maior, e que curiosidade é um bom motivante.
Schwarzschild pergunta se ele sabe algo da Imperatriz, ao que ele responde que não. Helmholtz pergunta novamente do processo de desabissalização, e Lytek diz que com Tyrush tinha medo do que pudesse acontecer, mas após ver o ritual, acha que é possivel sim fazer o ritual so com as gaiolas de abissais mortos, pois a essência deve voltar à gaiola. Schwarzschild sorri por dentro, e diz que seria bom falar ao Touro do Norte que a matança está liberada, ao que Helmholtz comenta que é melhor fazer um teste antes de liberar a matança. Schwarzschild agradece pelo tempo gasto, o grupo se despede e sai da manse.
Uma noite no museu.
Após uma rápida deliberação em assembléia, o grupo resolve finalmente ir para a Manse. Logo que terminaram a discussão, porém, chega um Infalible Messenger para a Kitiara, com uma missão da Wyld Hunt para caçar um Anátema em Nexus. Schwarzschild comenta a possibilidade da Wyld Hunt saber que ela é uma dupla-agente, e estar enviando ela para uma armadilha. O grupo começa a discutir como são os métodos da Wyld Hunt, quantos DBs ela manda para caçar uma pessoa recém-exaltada. Schwarzschild pergunta sobre Nexus, e Helmholtz diz que ela é a maior cidade do leste, e que é governada por um conselho que ninguém nunca viu, através de um emissário que é super-foda mas bem ocupado. Schwarzschild diz que eles devem ir, pois pode ser o Tyrush renascendo.
Ao final, resolvem ir, mas tomando cuidado, para a presença de outros DBs a paisana, pensando não só na segurança do resto do grupo, como também na posição da Kitiara entre os DBs. Enquanto continuam a discussão, o grupo começa a andar na direção do portal que vai para Nexus. Chegando ao portal, eles decidem que Maze, Helmholtz e Schwarzschild sairão primeiro, com o gatinho na cabeça de Helmholtz.
Eles saem, olhando ao redor, se tem algo de especial. Estão no meio de um salão vazio, em formato de um domo. Enquanto isso, Pata Branca (em forma de cachorro) e Kitiara dão um tempo antes de descer. Schwarzschild vai até a porta, que tem uma daquelas faixas de "proibido ultrapassar". Schwarzschild percebe que estão num museu. Ao colocar a cabeça para fora, um guarda o vê, diz que é proibido entrar alí, e pede que ele se retire, mostrando a plaquinha "entrada proibida". Maze fica distraindo o guarda (aaahhhh, vc é legal cara! desculpa pela bronca). Nisso Pata e Kitiara saem, vêem Schwarzschild fazendo sinais, e vão até a porta. Quando eles acabam de cruzar a faixa, o guarda se vira para Kitiara e diz (com voz de porteiro Zé) "minha senhora, é proibida a entrada de animais!" Kitiara pega Pata Branca no colo, e juntos ogrupo sai do museu.
A cidade está muito cheia, e o dia está bem quente. Schwarzschild aconselha Kitiara a usar o All encompassing earth sense para não ser pegos de surpresa. Eles ficam andando pela cidade, procurando por algo de diferente; esta região tem diversas ruas com cara de 25 de março. Um pouco depois eles encontram a Taverna e Estalagem "Dragão Quebrado".
Eles entram. Helmholtz queria pedir javali ao vinho, mas para não chamar atenção, pede só um pernil, acompanhado pelos outros do grupo (a Taverna tá com cara do McDonalds da 25 de março em horário de almoço). Todos (menos o Pata) percebem que a conversa principal da cidade é a passagem da Wyld Hunt dois dias antes. Eles chegaram de barco, aportaram em Nexus, e foram para o norte. Até estranho eles terem chego de barco, pois isso significa que eles passaram por Lookshy.
Schwarzschild comenta a possibilidade de os Siderais da Facção de Bronze, aliados da Wyld Hunt, também terem visto que o Tyrush vai renascer, e estarem atrás dele. Kitiara liga os pontos e percebe que devem estar dando muuuita importância para isso, por terem chamado até ela, e que o lugar deve estar apinhado de DBs a caça. Schwarzschild sugere ir atrás da Wyld Hunt, idéia aprovada pelo resto do grupo.
Grupo 1 - 09/07/07
Postado por iPivo às 14:26
Ascending Water 3
O sol começa a despontar no horizonte eu uma figura manuseia uma espada descomunal em Inoxis, Devon pratica cada movimento aprendido com Kolmo Gorov de maneira diligente, os katas contém o segrede de todos os charms que Kolmo Gorov tentou ensinar. Cabe a Devon desvendar o segredo escondido nos katas. Toda manhã ela pratica.
Conforme o tempo passa os soldados se aproximam para receber o treinamento, eles ainda se espantam com a facilidade e agilidade que uma mocinha tão delicada maneja a arma descomunal. Devon passa a instrução de treino para os soldados e vai comer seu café da manhã. Já faz duas semanas que a rotina de treino do exército de Halta consome os dias de Devon.
Durante as manhãs tanto os arqueiros quanto a infantaria treinam combate com espadas, independente da vocação todos devem saber se defender. Durante a tarde cada um treina sua habilidade específica, Devon treina os soldados que portarão escudos dois a dois um grupo empurra e o outro deve manter a posição. Os soldados que lutarão com armas de haste treinam golpeando por cima de obstáculos.
Como Devon não domina o arco ela apenas observa o treino organizado pelos arqueiros mais experientes. Os treinos se estendem até o por do sol, quando os soldados são dispensados Devon ruma para a galeria de tiros e pratica com o arco.
Deitada em sua cama Devon se lembra de Kristie, de como falhou em proteger sua família uma vez. Agora ela é uma guerreira mas deve zelar pela vida de duas crianças, ela confia em Sudo. Devon pensa em Hayden. Onde estará sua irmã mais velha? Por algum tempo ela caçou Hayden impiedosamente mas Kolmo Gorov a explicou a existência de um destino maior para os solares, ela não deveria gastar sua energia com vinganças.
O tempo passa, os treinos endurecem e Devon aos poucos abandona seus trajes de guerreira sulista e adota as vestes típicas de Halta.
A no fim do mês Devon parte com os soldados para treinamento de sobrevivência nas florestas próximas evitando o território dos Fair Folk. Cada treinamento dura sete dias nos quais os soldados devem caçar, encontrar água, abrigo além de praticarem com suas armas.
Devon mantém os treinos até a calibração fazendo as viagens de sobrevivência no final de cada mês. O exército em Inoxis já conta com 800 soldados.
Ascending Wood 1
Devon separa 200 soldados que devem vigiar as fronteiras de Halta, os soldados ficarão em grupos de cinco: dois soldados com escudos, dois soldados com armas de haste e um arqueiro. Os postos de vigilância se estendem da fronteira de Linowan nation até shandir woods.
Cinqüenta dos soldados restantes são instruídos a continuar em Inoxis treinando os novos soldados e os últimos cinqüenta devem seguir para a manse para treinar os habitantes da manse para se defender.
Depois de três meses sem notícias de seus companheiros Devon decide partir em busca de outros solares para ajudarem na guerra contra os Dragon Blooded. Seguindo rumores ela parte em busca do Touro do Norte, primeiro ela segue para o norte e depois a oeste.
Ascending Wood 4
Ludicris e lifschitz chegam a Inoxis, eles são recebidos e celebrados pela população que reconhece Lifschitz. Gardize comunica Lifschitz que Devon partira uma semana antes. Lifschitz indaga sobre o modus operantis dos Fair Folk por acreditar que os mensageiros de Devon foram atacados por Fair Folk.
Lifschitz pergunta se não existe um método mais seguro e eficiente de comunicação, Gardize apresenta as "frutinhas de Halta" que são carregadas pelo vento e são bem eficientes. Gardize pergunta para Lifschitz dos artesãos, que Lifschitz diz não saber de que artesãos ele está falando. O clima fica tenso pois aparentemente há um triângulo das bermudas entre a manse e Inoxis.
Lifschitz vai até a biblioteca pesquisar sobre os desaparecimentos, descobrir se existem registros de outros sumissos dessa natureza, a busca é em vão. Ele então vai falar com os anciões da região, que o informam que todo e qualquer um que passe muito tempo no chão é levado pelos Fair Folk.
Usando Stormwind Rider eles seguem até a próxima cidade onde buscam informações sobre o Paradeiro de Devon. Lifschitz não tem muito sucesso em sua investigação. Usando um pouco de bom senso Lifschitz decide buscar Devon a noroeste, uma direção mais provável de encontrar o Touro do Norte.
Eles seguem viagem no furacão mas a viagem segue a esmo pois não obtém informações sobre Devon. Lifschitz decide perguntar pelo Touro do Norte, o que o leva mais a noroeste. Lifschitz é ownado pela população local. Sugerem que ele procure em Chanta, próximo a fronteira com os Linowanos.
Ascending Wood 7
Lifschitz e Ludicris chegam a Chanta, que está decorada para a chegada do Touro do Norte. Lifschitz pergunta quem está organizando a festividade e decide ir "bater um papo" com a rainha. Ludicris e um passante que conversara com Lifschitz começam a rir. Ao chegar no Palácio da rainha Lifschitz usa Harmonious Presence Meditation para convencer o guarda de que está em uma missão diplomática a respeito da vinda do Touro e da segurança da região. Lifschitz engambela o guarda e vai em busca da rainha.
Uma jovem vai ao encontro de Lifschitz "Oi, me chamo Lifschitz de Eclipse", se apresenta. A garota olha com cara de surpresa, "Sabe o seu general Gardize..." ato contínuo Ludicris se joga na frente de Lifschitz e pede desculpas pelos modos de Lifschitz.
Lifschitz se recompõe e apresenta seus interesses com alguma propriedade. A jovem diz estar apenas interessada nos interesses dele com o Touro do Norte e admoesta o velho pela insolência deste ao se referir ao Touro. Depois do velho falar muito ela diz que está farta das bobagens dele e diz que se for do interesse do Touro ele procurará Lifschhitz . Lifschitz é dispensado e a jovem não hesita em se retirar.
Ascending Wood 22
Lifschitz escreve uma carta para a rainha explicando o mal entendido ocorrido duas semanas antes. Ele não pretendia diminuir a importância de Halta ou do Touro do Norte e ele estava apenas oferecendo sua ajuda e procurando uma amiga há muito desaparecida. Na carta ele apresenta todas as contribuições que eles fizeram para a região como a universidade e a ajuda que prestaram as cidades abaladas pelo terremoto.
Devon chega a Chanta, a capital de Halta, no meio da tarde e vai a Taverna perguntar sobre o Touro do Norte. Ao entrar todos os olhares se voltam em sua direção, ela arruma o cabelo, o que dispersa a atenção, e vai até o taverneiro para quem pergunta "Você conhece aquele que chamam de Touro do Norte?" Todos os olhares voltam para Devon.
O taverneiro indaga qual o assunto que ela gostaria de falar com o Touro do Norte. Devon explica brevemente sobre a legião de undeads e a wyldhunt que devem chegar a região em breve. Um sujeito pergunta o que ela sabe disso; "mais do que eu gostaria" ela responde. Ele então pergunta como ela pode ajudar, Devon simplesmente saca Sudo "Com isso!". O rapaz se apresenta como membro do exército do Touro do Norte e diz que pode leva-la até ele.
Saindo da taverna fica claro que povo de Chanta claramente respeita o rapaz que conduz Devon para fora da cidade, rumo a um acampamento próximo a fronteira de Linowan Nation. O acampamento, que fica no chão, conta com alguns soldados. Devon se junta ao agregado de soldados esperando o encontro deles com o Touro do Norte.
Uma comitiva, a muito aguardada, se aproxima do acampamento. O rapaz que conduziu Devon diz que é o Touro se aproximando. Devon pede a ele que arranje um encontro dela com o Touro. Duas horas depois da chegada da comitiva Devon é conduzida à uma tenda. "Yurgen tem alguém que precisa falar com você, ela tem informações sobre Wyld Hunts e undeads." O jovem, de nome Tenek, é dispensado e Devon está face a face com o Touro.
Devon coloca sua daiklaive a direita da cadeira e se senta. Ela se apresenta e aparentemente Yurgen já está familiarizado com os ocorridos próximos a manse. Ele conta que enfrentou hordas da The Lover Clad in the Rayment of Tears e que a Deathlord teve muitas baixas e está deveras enfraquecida.
Devon percebe que muito se passou desde que ela saiu da Manse, ela conta que em três meses não teve notícias de seus companheiros, mesmo tendo enviado artesãos, soldados e um pedido de equipamentos para o exército.
"Yurgen! Desculpa, não sabia que estava acompanhado", uma garota entra na tenda. Yurgen apresenta Devon a Samea, que aparentemente conhecera Lifschitz recentemente. Devon explica que embora Lifschitz seja extremamente habilidoso com as palavras em momentos de crise no resto do tempo ele é meio desajeitado.
Os três partem para falar com a rainha, Yurgen precisa saber se ela apoiará oficialmente sua milícia. Yurgen pede a Devon que espere do lado de fora enquanto ele fala com a rainha.
Ascending Wood 23
Batem na porta de Lifschhitz . Lifschhitz é avisado que um emissário da rainha o aguarda no saguão. Este conduz Ludicris e Lifschhitz até o palácio.
Ludicris e Lifschitz entram no palácio, no mesmo lugar onde tiveram o diálogo com Samea vêem uma garota belíssima com trajes típicos da Halta carregando uma espada de proporções descomunais nas costas.
Devon e Lifschitz discutem. Lifschhitz explica que não recebeu o pedido de Devon e que os artesão nunca chegaram a manse, ele especula que isso é obra dos Fair Folk. Devon parece não estar muito interessada nas especulações de Lifschitz.
Ela reclama que nos últimos meses não recebera noticias da manse e portanto achou que os interesses dos que por lá ficaram eram diferentes dos seus e por isso ela partiu em busca de outros solares. Eles discutem mais um pouco e Devon explica que sem outros solares não é possível garantir a segurança de tudo aquilo que Hankel, Ludicris e Lifschitz construiram. Usando Harmonious Presence Meditation Devon convence Lifschitz a acompanha-la na busca por outros solares.
A porta se abre, "Vocês estão sendo esperados." Devon entra seguida de Ludicris e Lifschitz , uma senhora gorda está sentada no trono, ao lado está Yurgen e Samea. Devon e Ludicris fazem uma reverencia, Lifschitz acompanha. A rainha conta que graças a carta de Lifschitz ela decidiu se unir ao Touro do Norte.
Uma grande discussão política se dá entre a rainha e Lifschhitz . A rainha explica que a ajuda que ela pode oferecer é limitada, que humanos não tem como combater Dragon Bloodeds, pergunta o que o Reino em formação espera de Halta.
Depois de muita conversa Ludicris, Lifschitz , Devon, Yurgen e Samea saem do palácio. Yurgen conversa com Devon, ele recomenda que ela siga com seu plano de buscar novos solares. Ele olha para a daiklaive de Devon e diz que está ansioso por lutar ao lado de Devon. Eles se despedem e enquanto se afastam Samea olha para Lifschitz por cima do ombros vira os olhinhos.
Usando o furacão de Ludicris eles retornam a Manse, Devon vai falar com os soldados, orienta como devem proceder para garantir o fluxo de informação. Lifschitz copia na biblioteca infalible messenger para que ele ou Ludicris possam aprender a magia e se comunicar com a manse. Ele instrui Thormen sobre a importância de manterem a comunicação e conta que os três partirão para o sul em busca de outros solares.
Grupo 1 - 26/6/07
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 26 de junho de 2007 às 16:34
A peregrinação espiritual de Hankel
Notas de viagem
Alimentando-se de gafanhotos e pequenas criaturas da floresta e bebendo água de rios, Hankel parte em sua peregrinação espiritual rumo a uma colina isolada, ou a uma montanha que se destaque em uma cadeia.
Enquanto caminha na sua solidão, Hankel escreve alguns pensamentos:
- O jade verde apresentou uma interessante propriedade: a de absorver Essência do meio e canalizá-la. Essa pode ser a resposta para que possamos fazer o Warstrider e outros equipamentos funcionarem autonomamente, sem a necessidade de hearthstones. Quando retornar, devo pesquisar a criação de um artefato capaz de gerar energia a partir da Essência ambiente.
- Quem deverá ser aquele Lunar que encontramos dentro da manse no outro dia? Ele pôde entrar livremente, sem que qualquer de nós o tivesse convidado. Isso só pode significar que ele seja um dos contrutores. Mas como ele teria vivido tanto tempo escondido? Por que ele só se revelaria a nós agora?
- Ao ver o que Devon fez com os criminosos em Svegin comecei a entender o que pode significar a disparidade de poder entre nós e os mortais, especialmente para nossos egos. Terá sido a perda de controle e toda essa hubris o que ultimamente levou à nossa destruição? Será que hoje nós podemos fazer algo a respeito, ou a história vai se repetir?
- Será que Devon está bem em Inoxis? Pergunto-me por que ela ainda não se correspondeu conosco. As nossas filhas estarão bem? Espero que ela não se meta em encrenca.
Todos os dias, ao pôr-do-sol, Hankel medita por várias horas, buscando clareza de pensamento e respostas às suas perguntas.
Começa a reza braba
Depois de se distanciar o suficiente da manse, Hankel resolve começar de fato o seu retiro espiritual e guarda as suas anotações como uma forma de colocar os problemas de lado para se concentrar exclusivamente em suas orações para o Sol Inconquistável.
Todas as suas ações a partir desse momento constituem a prece que ele fará para obter o olhar e o conselho do Sol. Hankel consagra todas as sua obras nesse retiro não para a glória ou para a honra, mas para a pessoa do Sol.
No caminho, ao passar por um rio, Hankel começa a modelar os espelhos que usará no templo. Ele seleciona pedras no leito do rio e rocha das encostas de morros para purificar, usando Impurity-Hammering Blow, separando delas os minérios tranparentes. Agilizando o processo com Craftsman Needs No Tools, ele junta todo o minério transparente e monta, usando Flawless Handiwork Method, três seções parabolóidicas com focos variados e precisões maximizadas pelo uso do charm.
Em seguida, ele fortalece as "tigelas" com Object-Strenghtening Touch para transportá-las, e usa o que sobrou da pedra para fazer uma carroça improvisada, assim transportando parte da rocha do templo junto com os espelhos.
Continuando no caminho, Hankel coleta da mesma maneira mais do minério tansparente e confecciona discos boçalissimamente planos e muito finos, com a mesma circunferência que as tigelas, de modo que se encaixem perfeitamente nelas.
Hankel escolhe a montanha que quer pela posição geomântica e pelo alinhamento com o sol durante o crepúsculo. Como ele só tem noções rudimentares e instintivas de fluxo de essência, a montanha é escolhida mais por intuição que por razão. Ele pede que o Sol ilumine a sua decisão.
Chegando à montanha escolhida para o templo, ele sobe e deixa ali as placas transparentes. Depois, desce até o rio ou nascente mais próxima e coleta água para subir com ela à montanha. Ao chegar lá, ele limpa a água de TODAS as suas impurezas com Impurity-Hammering Blow, até sobrar água destilada com a máxima precisão que seus conhecimentos permitam.
Hankel desce da montanha e, ao sopé de um morro vizinho, abre uma mina de onde vai retirar a pedra necessária para a construção do templo. Depois de extrair cada pedaço direto no tamanho certo, contando com rebarbas para remover, ele carrega as partes até a montanha escolhida usando a mesma carroça. Lá, ele monta um tablado de madeira sólida e esculpe e purifica cada pedra usando os seus charms até que ela se torne o mais puro espécime de seu tipo.
Hankel continua suas meditações todos os dias ao pôr do sol, sentado no topo da montanha no meio das pilhas de material que ele está levando lá para cima dia após dia.
Armações e vedações
Entre as peças de pedra, que Hankel extrai da mina com as próprias mãos, ele dá atenção especial a seis semi-círculos, que vai usar para fazer as armações dos espelhos.
Os semi-círculos possuem um sulco na parte interna cuja largura permite o encaixe da tigela e da placa transparentes. Em uma das pontas de cada peça há um pequeno sulco, que forma um orifício quando elas estiverem juntas formando um anel.
Hankel leva as seis peças para o alto da montanha, as limpa de impurezas e as deixa polidas e reforçadas, e as alinha com as placas de modo a testar o encaixe. Ele deixa uma pequena folga de cada lado do sulco interno.
Depois, ele desce da montanha e extrai seiva de algumas árvores. Com essa seiva ainda mole ele sobe de volta à montanha e a despeja nos sulcos, formando uma camada de vedação. Antes que a seiva resseque, ele encaixa as placas e as tigelas e fecha os três espelhos, deixando-os totalmente vedados, exceto pelo orifício em um dos lados dos encaixes dos anéis de pedra.
Para manter o sistema firme, Hankel solda as duas metades dos anéis usando Crack-Mending Technique. Esse é o charm que dói, portanto Hankel oferece esses tecos de sua própria vida também ao Sol.
Peças em madeira
Na floresta, Hankel seleciona árvores fortes e sólidas e extrai a madeira em toras de meio metro de diâmetro e dez metros de altura. Ele carrega para a montanha 16 dessas toras, mais uma mais espessa e mais alta. Nessa tora maior, ele escava um sulco central de 30 cm de diâmetro.
Hankel também confecciona tábuas de tamanhos variados, de 5 cm de espessura, que postas lado a lado preenchem uma área de 50 m². Ele faz também 16 tábuas adicionais em forma de triângulos retângulos, de meio metro de base e oito metros de altura, também de 5 cm de espessura.
Hankel também esculpe um hemisfério em madeira sólida. Do lado plano, ele escava encaixes oblíquos radiais e um pino de 30 cm de diâmetro.
Para as peças da armação, Hankel faz 12 caibros de 2,1 m de altura e os enverga para lado a lado cobrirem uma circunferência de 4 m de raio. Quatro desses caibros vão ter um sulco no centro, e os outros oito vão ter sulcos da metade do comprimento nas bordas. As tábuas têm formatos tais que cobrem toda a área contida dentro dos caibros.
Hankel purifica, fortalece e esculpe impecavelmente cada uma dessas peças.
A montagem desse esquema é a seguinte:
As 16 toras vão ficar todas apoiadas sobre a grande coluna central (a tora maior) e sobre as paredes da torre maior do templo. Sob a tora central vai se encaixar a figura abaixo.
No círculo de tábuas circundados pelos caibros é feito um furo no centro de 30 cm de diâmetro, e sobre ele as tábuas triangulares vão ficar dispostas radialmente duas a duas, formando uma estrela de oito pontas em alto relevo, encaixadas sobre os sulcos nos caibros. Fechando o esquema, o hemisfério de madeira vai cobrir as bases das tábuas em relevo e fazer o segundo ponto de encaixe, além de ser o ponto de conexão com a coluna central.
A figura formada é um afresco de teto no formato do símbolo do Sol Inconquistável.
Fundações, átrios e tochas
Para o alicerce do templo, Hankel escava a montanha até chegar à rocha nua, e prende a ela as colunas da fundação como se elas brotassem da própria terra. Ele usa para as fundações dez colunas de pedra com o comprimento necessário para chegar até o fundo. Hankel usa a terra removida para fixar as colunas no chão e fazer uma basesólida o suficiente para suportar toda a altura do templo.
Logo depois, Hankel delimita a área total do templo e faz demarcações no terreno usando caibros e toras. Ele fixa outras peças de pedra nas colunas soterradas, de maneira a estabelecer um baldrame, uma rede de vigas que vai sustentar toda a estrutura do templo. Essas vigas ficam um pouco elevadas em relação ao chão, e esse vão é preenchido com o restante da terra removida quando da colocação das colunas. A terra socada vai se tornar o contra-piso do templo durante as obras.
A primeira parede a ser erguida é o muro traseiro, que não vai conter a entrada, e que vai ficar voltado para o Norte. Imediatamente ao sul desse muro Hankel já ergue a primeira torre, a menor de todas e a que vai sustentar o primeiro espelho.
A torre tem sete andares, e o espelho fica preso no quarto por um sistema de vigas de sustentação que sobe desde as colunas enterradas. Hankel monta esse sistema de sustentação antes de todo o resto da torre. Ele monta um andaime para erguer o primeiro espelho, e o posiciona nessa armação ainda vazio. Ele alinha o espelho com as marcações que fez e com a posição do sol.
Uma vez que o espelho já está em posição, Hankel fixa toda a armação e remove a sustentação do espelho pelo andaime externo, sem desmontar o andaime. Em seguida, ele ergue as paredes da torre.
Para a iluminação de todo o templo, Hankel constrói tochas de parede no formato de cumbucas semi-esféricas de meio metro de diâmetro, sob as quais sai um espeto que fica na vertical. As tochas ficam presas na parede por um apoio direto na cumbuca, no formato de um garfo. Ele faz algumas dessas tochas para iluminar o interior da primeira torre: cinco por andar. Mas não acende todas, porque o seu próprio brilho de tanto usar charms já é suficiente para iluminar o seu caminho.
A torre é circular e tem algumas janelas, dispostas em pontos diferentes, de maneira que sejam capazes de iluminar o interior do templo com luz do sol durante qualquer hora do dia. O piso no átrio dessa torre é feito de puro mármore, que em cores diferentes faz no chão o mesmo desenho do Sol Inconquistável que o afresco de teto da torre principal vai fazer. A entrada dessa torre é uma porta de uma folha de madeira maciça.
Ao terminar essa torre, Hankel faz o acabamento entre ela e o muro do lado norte: um gramado. O lado interno do muro é decorado com caibros de madeira dispostos em posições verticais e oblíquas alternadas. O muro tem quatro metros de altura.
Entre a base do muro e o chão da montanha há um espaço por causa da elevação das fundações. Nesse espaço Hankel acumula terra e coloca a vegetação nativa, de maneira a fazer com que o templo pareça brotar da própria montanha.
A Torre Principal
Uma vez que a torre menor está completa, Hankel parte para a construção da torre central, a mais alta de todas. Ela terá o equivalente a 20 andares, e seu interior será um grande átrio, com uma grande escada subindo colada ao lado interno da parede até uma porta no lado sul do sétimo andar, continuando a subir até o penúltimo andar.
Para erguer a torre, Hankel constrói um andaime pelo lado externo. O acabamento do lado interno é feito antes do posicionamento das peças, com o uso dos charms já citados.
Ele coloca o afresco de teto montado no centro da torre e sobe as paredes em torno dele. Ao chegar ao oitavo andar, pega as toras que separou na construção do afresco. Essas toras ele dispõe radialmente, presas por uma única corda ao andaime e sustentadas na posição vertical. No vão que fica entre elas, Hankel passa uma corda conectada a um guindaste montado sobre o andaime, e iça o afresco até ele ficar imediatamente sobre o sétimo andar.
Hankel então passa a tora maior pelo vão entre as outras e o conecta ao afresco, colocando-o na altura correta. Depois solta a corda que prende as outras toras, de maneira que elas caiam para dentro e se apóiem sobre seus próprios pesos contra a parede interna da torre, e sustentem assim a tora central e o afresco. Uma vez verificada a estabilidade do sistema, Hankel solta o afresco da corda e desmonta o guindaste.
Prosseguindo com o restante da torre, Hankel ergue as paredes, deixando uma abertura no décimo-nono andar, até chegar à cúpula no último andar. Essa cúpula será feita por uma fina camada de orichalcum, que Hankel trouxe consigo. Ele molda o orichalcum em finas placas, e as dispõe a ponto de cobrir toda a casca da cúpula, sobre uma superestrutura de madeira curvada.
Com a cúpula pronta, Hankel desmonta o andaime até o décimo-nono andar, e posiciona uma de suas tochas pendurada por cordas no centro da torre. Essa tocha fica na posição do foco da cúpula, e será acesa no dia da oração, para iluminar o interior da torre principal. Para a iluminação durante os demais dias, Hankel combina as fontes das janelas com as tochas nas paredes.
Com a tocha posicionada, Hankel desmonta todo o andaime, e passa ao piso da torre. O piso conterá uma figura idêntica à formada pelo afresco. O desenho será de pedra amarela, e o fundo de mármore branco, para aproveitar ao máximo a iluminação vinda do teto. O desenho vai ficar na região da sombra, sendo ressaltado pelo fundo branco.
Do lado externo, Hankel ergue os muros no lado oeste e continua o acabamento da mesma forma que no lado norte, com grama do lado interno e plantas típicas do lado externo. Sobre esse lado do muro, Hankel puxa mais uma das colunas subterrâneas e continua a sua estrutura para sustentar o espelho oeste, que estará virado 45° em relação ao horizonte.
Do lado leste, Hankel constrói o portão de acesso ao templo, com uma escada na frente e um símbolo da casta Twilight sobre o portão, que será de madeira e terá ¾ da altura do muro. O símbolo será feito da mesma pedra amarela do piso da torre principal, e será em relevo. Um pouco à frente, do lado de fora do templo, Hankel ergue um pequeno totem com o mesmo símbolo da casta. Esse símbolo fica voltado para o oeste, com a face oeste espelhada. Todos os dias, ao pôr-do-sol, o reflexo desse símbolo se alinha com o símbolo esculpido sobre o portão, e ele acende.
A partir desse dia, as meditações de Hankel serão feitas de dentro da torre principal.
A torre de acesso
A terceira e última torre terá 14 andares, e é um pouco diferente das demais. Construída ao sul da torre principal, ela é idêntica a ela até o sétimo andar. No lado norte ela terá uma porta que se conecta com a porta sul da torre principal, através de uma ponte. Saindo dessa porta, o restante das escadas será externo até a chegada ao topo, em que haverá uma pequena plataforma. É ali que Hankel vai ficar para chamar a atenção do Sol Inconquistável no último dia.
No interior, essa torre também será um pouco diferente. Em vez de um único grande salão, ela terá uma sala por andar até o sétimo. Nessas salas, Hankel armazena água destilada o suficiente para encher todos os espelhos, enquanto a traz dos rios até o topo do morro. O sétimo andar, que tem a saída, esse sim será um grande salão cujo piso é a mesma figura do Sol Inconquistável. O teto será uma cúpula igual à da torre norte.
Como antes, a iluminação interna é feita combinando-se janelas e tochas. A partir do sétimo andar, pela saída conectada à torre principal, se estenderá uma escada externa que subirá até o topo da torre. Tochas iluminarão esse caminho até o topo.
Embora esse seja o local ideal para meditar, por causa do alinhamento com o pôr-do-sol, Hankel continua meditando no salão da torre principal, preferindo guardar esse lugar apenas para o último dia.
O lado sul dos muros
Com as três torres construídas, Hankel passa à última parte do templo: o muro sul e o terceiro espelho d'água.
Puxando a coluna de sustentação de um dos baldrames que ele deixou para essa função, Hankel monta através do muro a estrutura do espelho. Esse espelho fica um pouco inclinado para o oeste, e aponta para o espelho norte. O espelho oeste fica no meio do caminho, mas fora da linha de visada entre os outros dois espelhos.
Hankel posiciona esse espelho em um ângulo tal que, quando ele estiver alinhado ao espelho norte, ele reflita um feixe concentrado sobre o foco que ficará localizado na posição do domo da torre principal.
Quando os três espelhos se alinharem, o sistema norte-sul refletirá um feixe colimado de raios solares do crepúsculo sobre o domo da torre principal, cujo formato propício a transformará em um farol que brilhará insanamente para todas as direções, apenas por alguns instantes. O espelho oeste refletirá um feixe colimado na direção x³ no instante em que os outros dois estiverem alinhados.
O templo está pronto.
No último dia, antes de clarear, Hankel enche os espelhos com a água que colheu e purificou, completando os espelhos, que passam a funcionar por reflexão total na interface dos materiais. Durante todo o dia, ele permanece sentado no alto da torre sul, meditando até chegar o pôr-do-sol e os espelhos se alinharem.
Os cursos da universidade
Lifschitz pega alguns livros da biblioteca e faz versões simplificadas para os estudantes de Old Realm. Ele faz traduções legaizinhas, mas em um dos livros a simplificação não ficou muito boa. Ele traduz novamente esse texto, e o resultado é um livro que até um débil mental consegue ler.
Ludicris estuda o livrão que achou na biblioteca, procurando as partes sobre esssências de objetos e seres vivos e sua relação com a aparência. Ele busca fazer experimentos com isso mais tarde.
Depois, Ludicris vai falar com Lifschitz para que eles divulguem a universidade. Lifschitz diz também que é necessário organizar os cursos para que eles tenham um programa detalhado e informativo aos estudantes. Ele também se dispõe a preparar panfletos que divulguem a universidade.
Os cursos que eles planejam, além os do MIT, são uma extensão do curso de Old Realm, cursos de performance e didática e um curso de medicina.
Eles vão falar com Liads para saber sobre o cronograma da construção, para ver quanto tempo eles têm para elaborar esses cursos. Eles planejam os cartazes e os cursos durante a Calibração.
Ludicris também cria um curso de artes marciais e um de carpintaria. Mais tarde, ele pensa em um curso de história. Lifschitz cria também um curso de lore.
Lifschitz usa Speed The Wheels para elaborar todas as ementas durante a Calibração.
Depois disso, eles vão até Ardell para conversar com Liads e obter o cronograma. Ele vai levar entre quatro e cinco meses para construir o prédio básico. Uma vez que o terreno esteja preparado, eles pedem que a construção seja direcionada para os cursos que já estiverem montados, e o resto vá sendo construído aos poucos. Em dois meses, essas obras ficam prontas, e eles começam a dar as suas aulas.
Lifschitz e Ludicris criam o horário das disciplinas que já foram criadas.
E a Devon?
No ano novo, Ludicris e Lifschitz vão para Inoxis para ver o estado de Devon, que já está sete meses grávida.
No caminho, Ludicris percebe um resto de acampamento. Eles param para dar uma olhada. É um acampamento de viagem, que parece ter sido abandonado há mais de dois meses. Parece que as pessoas saíram dali para comprar cigarro e nunca mais voltaram. A viagem parece ter sido na direção de Ardell. Lifschitz acha um envelope, com uma mensagem de Devon para Hankel com pedidos de construção de equipamentos.
Eles estão sendo observados. Lifschitz sugere que eles saiam do chão, mas não consegue subir de cara em uma árvore. Ao tentar de novo, ele consegue, embora meio torto. Ele fica paradão no tronco feito um imbecil, sem fazer nada. Ludicris fica olhando em volta procurando, mas não vê nada. Eles não estão mais sendo observados.
Lifschitz vê Devon lá embaixo. Ele grita, mas ela não ouve. Ludicris vê que ele está apontando para uma pedra muito bonita. Lifschitz considera estar ficando senil. Eles embarcam no furacão de Ludicris e vão para Inoxis falar com Devon.
Resplendent Fire 19
O papo com O Cara
Depois de passar 5 meses construindo o lugar, Hankel se prepara para fazer sua oração para o Sol Inconquistável. Ele não dorme na noite anterior. Na hora do crepúsculo, ele sobe até a torre principal, e, quando os espelhos se alinham, acende a sua aura totêmica. O topo da torre principal começa a brilhar, e dá para ver o brilho da manse.
Ao contrário do que Hankel esperava, o evento não dura alguns segundos, mas o sol pára no horizonte naquela hora. Rachaduras começam a aparecer no chão, e o prédio vem abaixo. Hankel cai no chão e desmaia.
Hankel tem uma visão, de uma pequena multidão de 300 pessoas, todas elas armadas até os dentes, com armaduras, itens e armas de orichalcum. Ele é uma delas. Estão todos em frente a um sujeito lá na frente. Ele fala algumas coisas. A última coisa que ele fala é "today we fight!". Logo depois disso, os 300 Solares berram num clamor tão
intenso que a Criação inteira treme.
Hankel acorda no meio das ruínas do templo, e sente um calorzinho. Ele olha para o lado e vê um vulto meio alto, com uma aura muito foda. A aura dele é tão intensa que ela pinga gotas de Essência líquida no chão. Ele está de costas.
Hankel se levanta e chama "meu senhor?". Ele se vira e olha para Hankel. Se algum dia ele sonhou em ver alguma coisa perfeita, a hora é agora. Hankel fica mijantemente overwhelmed, e se prostra. O Sol olha em volta e diz "faz muito tempo que eu não venho aqui". Hankel conta tudo o que eles fizeram até ali, pergunta por que as coisas chegaram a esse ponto, e pede o conselho do Sol. Ele responde que eles trouxeram isso sobre si próprios. Hankel pergunta se há alguma maneira de eles recuperarem o que foi perdido, e o Sol responde que a glória de tempos passados deve ser restaurada. Hankel pergunta como isso deve ser feito, e o Sol responde que só vai dar seu conselho quando eles se mostrarem novamente merecedores dele. Hankel pergunta se eles estão no caminho certo. O Sol olha para ele nos olhos, e diz "É um bom começo, Hankel do Twilight. É um bom começo. Restaure a glória do reino Solar, e vocês terão o meu conselho."
Ele se aproxima de Hankel, pede que ele se levante e toca nele. Hankel se levanta. O Sol diz "go kick ass in my name", e depois começa a brilhar, ofuscando Hankel. Depois, ele some, e o sol que ainda estava parado no horizonte termina de se pôr. Hankel desmaia logo em seguida, no meio das ruínas.
Três horas depois, Hankel abre os olhos e vê o templo de pé. Ele se levanta e vai para fora. Quando ele sai para o ar livre, toma um puta de um susto, porque não está mais onde estava antes. Ele não enxerga mais a montanha de onde tirou a matéria prima que usou. Todo o que ele vê é uma pradaria imensa. No horizonte há umas sombras de prédios. Quando ele dá a volta, ele vê uma construção enormissimamente grande.
Hankel saca logo de cara que está olhando para A Uma Manse.
Enquanto isso, na Criação...
O aparecimento do Sol Inconquistável na Criação depois de tanto tanto tanto tanto tanto tempo tem conseqüências dramáticas. Todo o leste da Criação fica mais bem definido na fronteira da Wyld devido à estabilidade trazida pela Sua presença. A ocorrência de veios de orichalcum aumenta sensivelmente na região. Os efeitos de Sua presença na região causam confusão no Bureau das Estações, jogando uma burocracia que já estava à beira do caos em pleno tumulto. As estações do ano tornam-se totalmente caóticas. Tempestades, secas, inundações, tornados e outras catástrofes climáticas ocorrem na Criação com maior freqüência conforme o escritório se ajusta às novas conformações de Essência da região leste. O Bureau do Destino entra em alvoroço devido à influência que a trama do Sol tem sobre todas as tramas da Criação, em especial as do leste. As repercussões desse acontecimento ressoam através da Burocracia Celestial por muito tempo antes de serem totalmente absorvidas.