Chiaroscuro
Os personagens chegam a Chiaroscuro, a maior cidade do sul. A parte exterior, mais nova, é um pouco melhor que um favelão. A parte velha é diferente, com ruas pavimentadas e prédios altos; verdadeiros arranha-céus feitos quase inteiramente de vidro.
Mas a cidade está arruinada. Os níveis mais altos dos prédios estão desativados, e só permanecem funcionando os andares debaixo. Alguns prédios estão circundados com linhas de sal, para os mortos-vivos não saírem(Helmholtz pensa: Por que a gente não fez isso na manse?).
Do outro lado da cidade vem Ludicris. Lifschitz retorna à cidade depois de ter fugido dela.
Hankel, Helmholtz, Kitiara e Tyrush entram numa taverna. Lifschitz também. Os quatro pedem um javali ao vinho. Lifschitz pede uma porção de calabresa. Enquanto eles esperam as suas porções, chega Ludicris e pede umacerveja. Algum tempo depois, chega o javali carregado por três caras. Lifschitze Ludicris obviamente percebem isso, junto com toda a taverna. Hankel come um terço. Helmholtz come os outros dois terços. Kitiara e Tyrush comem a parte bariônica. Kitiara repara que há exaltados na taverna e os descreve, tendo certeza de que não são DBs. Trata-se dos outros dois. Ludicris ouve tudo.
Todos ouvem um estardalhaço do lado de fora. Hankel sai para dar uma olhada. Helmholtz fica comendo. Lifschitz vai ao banheiro. Ludicris põe-se perto da porta, e desvia dela quando ela volta na sua cara depois de ser aberta por Hankel. Hankel vê a população fugindo de alguma coisa e vê uma meia dúzia deDBs bem armados chegando. Hankel volta à taverna e avisa os outros, que decidem ficar na taverna e esperar. Lifschitz pergunta ao taverneiro o que está acontecendo, e o taverneiro pergunta a Hankel. Após a resposta, Lifschitz põe uma faca à mão. Ludicris abre a túnica para alcançar a espada, caso precise.
Enrolando o débil mental
Helmholtz adverte Lifschitz para não segurar uma arma a fim de evitar uma briga. Para tranquilizá-lo, convida-o a juntar-se à mesa. Ludicris chega à mesa e pergunta se os DB estão atrás dele ou do abissal. Hankel cospe a cerveja. Kitiara puxa-lhe uma cadeira e fala para ele ficar sussa.
Ludicris conta por que os DB estariam atrás dele. Hankel esclarece-se sobre como ele sabia que todos ali eram solares, na frente de Lifschitz, que também revela sua condição.
O barman os ouve, e Kitiara e Ludicris percebem isso. Hankel vira-se ao barman e diz que ele pode ficar tranqüilo. Um DB entra no recinto, acompanhado de mais dois. Helmholtz come um pouco da calabresa. Não gosta. Hankel toma um gole de cerveja.
O DB identifica-se como da Wyld Hunt e começa a interrogar os presentes, começando por Lifschitz. Ao ouvir que ele é de Chiaroscuro, toma-o como intermediário no interrogatório. Kitiara o interrompe e o leva para fora, para conversar. Lá fora, diz que está fazendo parte de uma investigação. Para provar, mostra-lhe sua breastplate. Após uma discussão pouco amigável, o DB volta à taverna e pede retratos falados dos presentes, pondo-os em filas para fichá-los.
Lifschitz chega no DB e tenta dar um blá nele (Usando Harmonious Presence Meditation), dizendo que não faz sentido eles procurarem o culpado entre os que ainda não fugiram deles. O DB concorda imediatamente e vaza com os guardas.
Pegando a caneta do velho
Depois de perguntarem para onde vão os dois, todos decidem passar no antigo escritório de Lifschitz para pegar a caneta que ele esqueceu lá, depois devendo retomar a viagem para o leste. Lifschitz e Ludicris resolvem acompanhá-los em sua viagem ao leste. Helmholtz propõe-se a subir e pegar a caneta. No caminho, Lifschitz explica-lhe como achá-la. Ao chegarem, os dois entram para pegar a caneta, enquanto os outros quatro ficam jogando dominó do lado de fora.
Ao chegarem no escritório, Lifschitz procura uma maneira de pegar a caneta escondida na parede, enquanto Helmholtz percebe que tem uma Daiklave de jade na parede oposta. Decide pegá-la para Hankel, em troca de um arco muito bom. Depois de frustradamente tentarem abrir a parede para pegar a caneta, chamam Hankel para fazer o serviço. Ele abre um buraco na parede e não acha a caneta.
Enquanto isso, Lifschitz procura a caneta em outros lugares. Hankel arromba um cofre e acha a caneta lá dentro, junto com uma montanha de dinheiro. Helmholtz pega o dinheiro e Lifschitz pega a caneta. Hankel pega a espada e dispara o alarme.
Um monte de guardinhas se aproxima. Helmholtz sai pela janela. Hankel e Lifschitz tentam sair pela porta dos fundos e chamam a atenção de meia dúzia de guardinhas, decidindo espreitá-los para ir pro pau. Com flechas e facas, eles matam quatro, mas os que sobraram se cagam(literalmente) de medo e fogem espavoridos. Após juntarem-se ao grupo, todos vazam muito foda.
30/05/2006
Postado por Francisco quarta-feira, 31 de maio de 2006 às 20:07
9/5/06
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 9 de maio de 2006 às 20:10
'Bora!
Os personagens se despedem de Thormen, juntam suas tralhas e partem para o oeste. Inicialmente atravessam a mata densa (menos Helmholtz, que pula por cima das árvores).
Parada em Cold House
Após um mês de viagem, avistam uma cidade entre as montanhas e decidem se hospedar para descansar e limpar as cuecas e calcinhas.
Entram na taverna e pedem bebidas. Depois seguem para a hospedaria indicada pelo taverneiro. No dia seguinte, seguem viagem. Ao atravessar as montanhas, deparam-se com um sujeito, que muito educadamente pede que transfiram-lhe todos os seus bens. Impacientes, os personagens atiram-lhe flechas flamejantes na testa. Os demais bandidos fogem espavoridos.
Tirando esse pequeno encontro, a viagem prossegue sem maiores percalços. Após duas semanas, chegam ao litoral.
Parada em Kirighast
Ao chegar à cidade portuária, os personagens seguem para a taverna. No caminho, Kitiara percebe que três DB a reconhecem, e os ignora. Na taverna, observam gente jogando, bebendo, brigando. Uma taverna típica. Pedem um javali ao vinho. Após muito tempo, chega um javali imenso carregado por três caras. Enquanto (principalmente Hankel e Helmholtz) comem o javali inteiro, se aglomera gente em volta para assistir. Depois que os personagens terminam de deglutir o animal, mandam passar a régua e vão para a hospedagem.
No dia seguinte, Kitiara acorda e vê que Helmholtz e Hankel ainda estão dormindo felizes. Tyrush sumiu. Kitiara dirige-se ao cais. Reconhece a bandeira de um navio como sendo do aspecto do Ar. O sujeito coordenando a carga do navio a reconhece. Eles trocam uma idéia e ela sai fora.
No porto, Kitiara pergunta à atendente se existe alguma rota marítima para Violet Coast, ao que é respondida com a boa vontade de uma meia velha. Decide-se por voltar à taverna.
Helmholtz e Hankel acordam e vêem Tyrush acabado na cama. Aoc onvidá-lo para o café da manhã (!), ele recusa e capota.
Kitiara chega à taverna e vê os irmãos comendo, com gente assistindo em volta. Os personagens decidem-se por vazar assim que terminarem de comer. Os irmãos sobem para ver como está Tyrush.
Enquanto esperam Tyrush acordar para prosseguir viagem, Hankel procura uma loja de armamentos em busca de um arco melhor que o seu, para descobrir que o seu é o melhor que há. Ao passar em frente a uma vendinha, ouve comentários sobre um ataque brutal a uma mina aí. Depois disso, volta à taverna.
Enquanto isso, Tyrush acorda e conta que deve às vezes fazer coisas de que não se orgulha para descarregar algo na sua natureza. Depois, Hankel chega e comenta sobre o crime. Tyrush dá uma hesitada e diz que teve algo a ver com isso, mas que não matou a moça. Helmholtz insiste para que Tyrush conte com mais detalhes sobre a sua condição. Quando ele conta, todos decidem apertar o passo e sair imediatamente.
Tamo vazando muito foda
Os personagens agora se dirigem a Khrosal Fortress, a próxima cidade litorânea. No caminho, ao passar por um vale, percebem meia dúzia de carinhas se preparando pra pular sobre eles. Mais uma vez partem para o cacete.
Hankel atira flechas e mata dois. Kitiara atira flechas e mata um. Helmholtz atira flechas e mata dois. Tyrush arremessa uma faca e mata o último. Depois disso, encontram o acampamento dos bandidos e saqueiam a comida. Continuam a viagem em seguida.
Ao chegar perto da cidade, percebem que ela é bem fortificada e resolvem passar reto.
Chegam depois disso a Yane, depois do que a viagem prosegue tranqüilamente até a chegada a Chiaroscuro. Um certo dia, assistem ao ritual bizarro de purificação de Tyrush para se livrar da ressonância. O local em que ele faz isso depois torna-se um pouco mais morto.
25/4/06
Postado por Sir Whiteout quarta-feira, 26 de abril de 2006 às 08:25
Consertando o lugar
Hankel tampa a vala deixada pelos mortos-vivos enquanto Helmholtz cava um túmulo para Carion e Kitiara junta os corpos para cremá-los.
Após a limpeza, Hankel se dirige ao povão e os convida para morar na mansão. Com a ajuda da presença de Kitiara, o povo aceita seu novo lar.
Enquanto o recém adquirido kit de peasants constrói autonomamente suas novas moradias no edifício central, Hankel põe-se a pesquisar na biblioteca como reconstruir a barreira e a torre caída da mansão. Em busca de matéria-prima, com a ajuda dos aldeões, coleta uma grande pedra e a lapida nos formatos necessários para o reparo, enquanto procura um jeito de torná-la no material de que é feito o resto da mansão, e também uma maneira de erguer o pedaço caído. Ao mesmo tempo, recolhe o orbe caído nessa torre e o traz para dentro da mansão.
Vamos desabissalizar o abissal
Hankel, Helmholtz e Kitiara conversam com Tyrush procurando uma maneira de desabissalizá-lo. Infelizmente, ele se lembra de muito pouca informação. Enquanto isso, Kitiara faz manobras escusas.
Após algumas horas de silêncio desconfortável, uma criatura similar ao Anjinho chega perto do grupo e sussurra para Kitiara que há um jeito: libertar a parte da essência de Tyrush que está presa em uma shadowland: a mesma em que está presa a essência de Carrionis.
Os personagens decidem ir pro cacete mais uma vez e começam a planejar a longa viagem.
18/04/06
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 18 de abril de 2006 às 20:16
Cadê o Pivo?
Helmholtz varre a mansão procurando Carion, e não o encontra. Após perguntar por ele para Tyrush, ele diz que o viu indo para a sala de controle. Ao irem para lá, os dois vêem Carion morto. Muito morto. Todo o mecanismo de barreira da mansão está destruído. Helmholtz junta o que sobrou de Carion para enterrá-lo.
Ao mostrar os restos de Carion para Hankel, Helmholtz e Tyrush discutem com ele sobre quem poderia ter feito isso. Hankel constata que as feridas foram produzidas por uma criatura sobrenaural. Eles se lembram do clarão visto na noite anterior. Hankel pergunta para Tyrush se ele sabe algo a respeito de alguma criatura capaz de tal feito. Os personagens se lembram do clarões e gritos que perceberam na mansão dias antes. Pode ter sido um demônio. Ocorre a Hankel que os outros clarões tenham sido demônios mais fracos que morreram ao atravessar a barreira, mas que o último era forte o bastante para passar e matar Carion.
Aparece alguém na mansão.
Quem é você?
Uma mulher entra na mansão e observa ao seu redor. Hankel e Helmholtz a vêem. Helmholtz aponta-lhe seu arco. Hankel pergunta-lhe como achou o lugar, e o que diabos ela é. Ela responde que veio seguindo o exército de Carrionis para saber o que estava acontecendo. Trata-se de uma dragon-blooded chamada Kitiara. Ela diz que é melhor higienizar o local através de rituais de purificação e enterro dos mortos-vivos mortos, e que conhece um ritual para fazê-lo.
Thormen acorda e se junta ao grupo. Após perguntar quem ela é, lamenta a morte da Carion.
Começa a dedetização.
4/4/06
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 4 de abril de 2006 às 18:55
Começa o quebra-pau. Hankel visa a espada de Carrionis para quebrá-la. E erra. Ao defender-se do contra-ataque, percebe a presença de uma outra abissal, tentando fazer alguma coisa. Thormen arremessa sua marreta e acerta Carrionis. Helmholtz atira uma saraivada de flechas e acerta. Hankel parte para a abissal, que o paraliza. Thormen parte enfurecido para Carrionis, e acerta-lhe um peteleco.
A aura de Carrionis se agita, tornando-se totêmica e assustadora: uma caveira rachada, com vermes se retorcendo. De sua boca sai uma sombra líquida que parte para cima de Helmholtz. Ele a bombardeia com flechas. A coisa morre.
Com sangue nos olhos, Hankel parte para cacetear a mina de acordo. Uma das criaturas que estavam ali perto se atira na frente dela, mas Hankel desvia dele, e com a inércia do empurrão enterra a espada no ombro da vadia.
Thormen desfere dois golpes em Carrionis, acertando o segundo. Mais uma coisa preta ataca Helmholtz, que mais uma vez a mata bem morta.
A mina escrota tenta atacar Hankel, que desvia facilmente. A roupa dela, no entanto, acerta-lhe um golpe. Completamente enfurecido, Hankel dá duas voltas em torno de si mesmo e, com sua espada pingando sangue e deixando um rastro de essência, desembuceta a mina, dividindo-a em cinco pedaços de carne. Em seguida, repara que algo sai do monte de carniça e foge.
Morre, filadaputa!
Carrionis ataca Hankel e o põe fora de combate. Helmholtz dá-lhe mais uma saraivada de flechas. Carrionis cai morto. Thormen também cai devido aos ferimentos acumulados nos dois combates.
Helmholtz descarrega suas flechas restantes na cabeça da carcaça morta de Carrionis. Depois disso, carrega Hankel e Thormen de volta à mansão.
Hankel acorda enquanto é carregado. Os irmãos vitoriosos se cumprimentam.
Enquanto Helmholtz volta para buscar Thormen, Hankel percebe estar sendo tratado pelo povão. Murmura algo que deveria soar como "Vocês estão livres'', mas o que sai é "Mmm hmm hmpf aargh''. Helmholtz traz Thormen e o põe junto a Hankel. Depois disso, vai falar com Tyrush, dizendo que matou o desgraçado. Tyrush se alegra com a boa notícia, e informa que agora ele vai buscar uma maneira de reverter a sua maldição.
28/3/06
Postado por Sir Whiteout terça-feira, 28 de março de 2006 às 18:47
Morto, mas nem tanto
Enquanto caçam, Hankel e Helmholtz encontram Thormen caído inconsciente. Hankel volta correndo à mansão para desativar a barreira por tempo suficiente para Helmholtz trazer Thormen para dentro.
Quando chega a meia noite, os personagens observam um clarão na direção do acampamento. Helmholtz decide ir dar uma espiada. Hankel aguarda da torre o seu sinal para o retorno. Thormen acorda.
Helmholtz observa os túmulos dos escravos mortos sendo violados. Os corpos são atirados em uma vala coletiva disposta ao longo da barreira. Helmholtz volta correndo à mansão (antes dando o sinal da flecha de fogo para o alto para Hankel desligar a barreira) e conta tudo a Hankel e Thormen. Eles decidem matar os mortos vivos que estão cavando antes que terminem o serviço.
Enfim, a pancadaria
Hankel e Helmholtz matam todos os mortos-vivos que não morreram tentando atravessar a barreira. Depois disso, as spinechains atravessam a barreira incólumes e partem pra cima dos três.
Os personagens matam as spine chains com relativa facilidade, exceto por Hankel, que fica com uma ferida infeccionante. Carrionis aparececom olhar de ódio e uma aura de morte pura para os três.
Agora fudeu.
17/11/2005
Postado por Francisco quinta-feira, 17 de novembro de 2005 às 23:00
Nesta quinta-feira não houve sessão por motivos de força maior.
A saber, prova do Aracnídeo.
Aviso
Postado por Francisco terça-feira, 15 de novembro de 2005 às 23:17
Atenção grupo canônico (e convidados):
Em virtude das obscenas quantidades de louça geradas nas últimas quintas-feiras aqui em casa, a partir da próxima sessão de RPG ninguém joga enquanto houver louça suja.
Por louça suja entende-se qualquer utensílio doméstico de uso culinário, incluindo embalagens de pizza, caixas do Habib's e outros recipientes descartáveis, salvo quando ainda houver alimento dentro dos mesmos, situação na qual estes deverão ser devidamente armazenados.
Excetuam-se dessa regra um número máximo de n copos (onde n é o número de jogadores) e uma jarra de suco/garrafa de refrigerante.
10/11/2005
Postado por Francisco sexta-feira, 11 de novembro de 2005 às 10:25
Enquanto isso, na Sala da Justiça...
Carion, Hankel, Helmholtz, Thormen e Tyrush discutem na Sala de Planejamento como eles podem fazer para libertar os escravos. Após longas deliberações, decidem que Helmholtz e Tyrush vão se infiltrar no acampamento inimigo para trazer o sacerdote responsável para argumentar com ele junto aos outros Solares num local combinado.
E assim o fazem. Ao conversarem com o sacerdote, ele pensa que os personagens são Dragon Blooded. Ao que Carion diz que se trata de Solares, o sacerdote cai prostrado dizendo ``Estamos no meio de anátemas... vamos todos morrer''. Carion o tranqüiliza (usando Harmonious Presence Meditation), dizendo que os Solares são legais. O sacerdote aceita o trato, e os personagens explicam a estratégia.
Salvam-se, morre-se
Carion e Thormen chamam a galera pro pau. Do outro lado, Helmholtz e Tyrush conduzem os mortais para dentro da barreira da mansão, desligada por Hankel ao receber o sinal (auras flamejantes e totêmicas de Thormen e Carion). Quando todos os mortais entram, Helmholtz atira uma flecha flamejante para o alto, sinalizando para Hankel religar a barreira da mansão. Assim que baixa a alavanca que ativa a barreira, Hankel corre ao encontro do grupo de mortais, assim como Carion. Thormen, no entanto, corre em fúria em direção ao acampamento inimigo, sacrificando-se em prol da segurança de seus companheiros.
Carion olha para trás e vê a imagem totêmica de Thormen desaparecendo enquanto ele luta contra a horda de zumbis...
Helmholtz e Tyrush verificam o grupo de mortais para garantir que nenhum espião abissal tenha se infiltrado no meio deles.
Ao trazerem todos para segurança, Hankel e Helmholtz vão caçar para alimentar o povão. Carion busca-lhes água com bacias feitas por Hankel. Os Solares põem opovão para dentro da mansão, por medida de segurança.
03/11/2005
Postado por Francisco sexta-feira, 4 de novembro de 2005 às 02:41
Preliminares
Os personagens discutem como preparar a defesa da mansão comarmadilhas. Hankel se dá conta da merda que fez em 27/10 e Carion abaixa novamente a alavanca (A segunda alavanca não é algo que liga ou desliga algo, mas muda o seu sentido).
Hankel, Carion e Helmholtz discutem quanto ao destino do Arrependimento, após o Jardineiro revelar que só entram na mansão aqueles que são convidados. Carion manda-o se desarmar. Em seguida, dispara flechas contra ele. Ao revidar e acertar Carion duramente, o Arrependimento foge. Helmholtz também atira contra o fugitivo, enquanto Hankel vai ao seu encontro para argumentar com ele. Após muito discutir quanto à ajuda mútua que ainda mantém algum laço de amizade, Hankel o convence a ficar, correndo em seguida para ajudar nos ferimentos de Carion.
Helmholtz põe-se a cortar árvores para a barricada. Hankel convence Carion a manter o Arrependimento na mansão, mantendo-o sob vigilância durante a batalha. O Arrependiomento chega junto a Carion e Hankel e diz que deve, de agora em diante, ser chamado de Tyrush.
Todos montam a barricada planejada, fortalecida por Hankel com Object Strenghtening Touch e Flawless Handiwork Method[182,183].
Pau!
Todos sobem até o alto da Torre Solar para observar e esperar a chegada do exército inimigo. Ao longe, a leste, observam árvores caindo, formando uma clareira. Hankel observa uma nuvem de pássaros negros se aproximando do oeste e sugere a todos que se escondam.
Helmholtz observa um urubu voando ao redor da torre. Tyrush diz que ele pertencea Carrionis.
À noite, vê-se um clarão a leste e se ouve um grito de desespero. Carion e Helmholtz dormem. Ocorre a Hankel que isso pode se dever a um espírito sendo destruído pela barreira da mansão.
Passam-se 4 horas. Um fantasma aparece na mansão e se dirige a Tyrush. Menciona a sua "amante" e como ele pode retornar a ela: deixando Carrionis entrar e desligando a barreira da mansão.
Os outros personagens inspiram em Tyrush o desejo de fazer a coisa certa (em particular, Carion usa Listener-SwayingArgument[175]), e ele manda o fantasma dizer a Carrionis que ele, para entrar na mansão, deve antes destruí-la. O fantasma vai embora. Ocorre a Hankel que se o fantasma é um espírito, quem o conjurou deve estar dentro da barreira da mansão. Todos seguem o fantasma, que pára perto da saída sul. Helmholtz e Hankel reparam em uma figura parada entre as árvores esperando pelo fantasma. Ele avista um dos personagens e se afasta. Todos atacam.
Hankel atira uma flecha e erra. Helmholtz acerta. Carion acerta o primeiro tiro e erra o seguinte (botch). Carrionis foge.
Todos se dão conta de que Tyrush sumiu. Após procurá-lo infrutiferamente pela mansão, ele é visto voltando à mansão, ferido. Diz que lutou com Carrionis depois que este fugiu do ataque. Diz também que agora ele deve ser espionado. Helmholtz se oferece para fazê-lo, furtivamente, com o uso de Easily Overlooked Presence Method[201]. Lá, ele observa 500 escravos construindo uma espécie de altar, enquanto os 500 zumbis escavam ao redor da barreira da mansão. Após voltar para avisar os outros, todos decidem por vandalizar o acampamento inimigo.
Ocorre a Hankel que os 500 mortais poderiam ficar bastante gratos por serem libertados da escravidão, além de constituir material para recrutamento nesse fim-de-mundo.
27/10/2005
Postado por Francisco sexta-feira, 28 de outubro de 2005 às 00:45
Por motivos de força maior não houve sessão de jogo hoje.
Update
Na verdade houve um d(Jogo):
Carion e Hankel decidiram acionar a alavanca que controla a barreira da Mansão.
Em seguida, todos gritam GOOOOOOOLL!!!
20/10/2005
Postado por Francisco às 00:36
Pirando o Cabeção
Carion sonha com o dia em que o grupo se encontrou em Nexus e lembra-se do impulso que os trouxe até a Manse. Hankel sonha com o momento em que a mansão foi completada e com a festa de inauguração. Thormen sonha que está maltratando um mortal; usa-o para praticar arco-e-flecha.
Todos gritam GOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!
Todos vão ao pomar comer frutas. Hankel treina arco-e-flecha. Carion dorme. Hankel medita novamente e sonha com uma ordem dada por ele para maltratar um mortal.
Vadia Manipuladora do Caralho
Numa manhã, os personagens avistam uma mulher entrando na Mansão. Ela é hostil e chega causando. Hankel chama o Jardineiro para resolver se ela é dona do lugar ou não. De fato, ela também é uma reencarnação de um dos construtores. Uma discussão a leva a chamar seus dois assistentes, equipados com armaduras de jade. Ela conta seus planos para formar um exército e derrubar o Império. Ao persuadir os personagens a confiar nela, propõe-lhes um juramento: continuar na mansão em troca de prometer ajudá-la quando ela chamar. Os personagens concordam incondicionalmente (Esse fato deixa Daniel extremamente puto). A mulher se chama Yrminas.
Após se sintonizar com a mansão, ela vai embora.
O Réprobo dos Réprobos
Hankel põe-se a fazer camas. Ao recolher madeira, avista um sujeito ferido, que fala "Eles estão chegando'' antes de desmaiar. Hankel aplica-lhe primeiros socorros e com a ajuda de Carion o leva para dentro da mansão.
Todos se preparam para um ataque. O sujeito acorda, e os personagens vão-lhe ao encontro. Ele revela que "eles'' são os Abissais. O Jardineiro revela a terrível verdade: o homem ferido também o é. Com a espada em mãos, segurando-o pelo colarinho, Hankel sugere que ele, que se diz arrependido, revele as fraquezas do exército inimigo (o exército de Carrionis). Tudo o que o assim chamado "Arrependimento do Sol'' diz é que faria de tudo para reverter a sua situação e que quer ajudar, além do fato que o inimigo chega em dois dias.
Hankel, Carion e Thormen vão praticar e caçar. Eles pedem ao Arrependimento que conte sua história. Ele o faz, e também descreve o exército inimigo iminente.
Estamos fodidos.
Prólogo
Postado por Sir Whiteout sábado, 22 de outubro de 2005 às 22:15
Vamos para o sul
Hankel é um ferreiro de uma pequena cidade na região de Halta. Embora seja exaltado, mantém isso oculto dos habitantes da região. Certo dia, enquanto trabalha, vem-lhe um impulso para ir ao sul. Ao arrumar suas coisas para partir, chega à sua porta um sujeito muito detonado, fugindo de alguma coisa. Ele se chama Carion, e também está tomado por esse impulso de ir ao sul. Hankel oferece-lhe abrigo e também lhe confecciona um longbow.
Dias depois, chega à cidade Helmholtz, irmão de Hankel. Ele cumprimenta o irmão com uma flecha atirada por entre as pernas. Também ele está tomado por um desejo muito estranho de ir ao sul. Eles partem.
Na cidade, vêem um anúncio de uma caravana que está contratando seguranças para viajar para Nexus, uma cidade no caminho para o Sul. Eles se inscrevem.
Enquanto esperam para pedir a contratação, eles encontram um grupo de Dragon-Blooded que fica causando e esnobando. Carion se enfeza e pega um pela cabeça, peitando o sujeito dizendo a dois dedos de sua fuça: "Ô débil mental!" Desnecessário dizer, o grupo inteiro desce-lhe o cacete, e ele fica no chão. Hankel e Helmholtz vão ajudá-lo a se levantar.
Depois de uma demonstração insana de força e habilidade dos três, o dono da caravana os contrata, juntamente com os DB, para proteger a caravana na viagem.
No caminho
No caminho da caravana, eles se deparam com um bando de ladrões. Antes de sequer os outros se prepararem, Hankel, Helmholtz e Carion obliteram os bandidos sem nenhuma dificuldade. Os DB gritam "Anátema!" e partem para o cacete para cima dos três, que os derrotam facilmente. Depois desse incidente, o dono da caravana diz que é melhor eles seguirem seu caminho sozinhos.
Descendo para o sul, na estrada, eles se encontram com um sujeito enorme carregando um martelo enorme. Ele é Thormen, e está no mesmo caminho para o Sul. O grupo o acolhe e segue em frente.
Depois de uma breve parada em Nexus, eles continuam indo para o sul, ao que começam a entrar em uma floresta. Lá, todas as noites, têm a sensação de que algo os vigia. Quando viram para olhar, às vezes vêem pequenos olhos brilhantes na escuridão. Certa noite, quando Helmholtz estava de guarda, ele resolveu atirar flechas flamejantes na direção dos olhos. Elas apenas os atravessavam, e atingiam o chão ou a árvore que estivesse atrás. A claridade provocada pela flecha apemas afastava os olhos, mas eles ainda permaneciam imersos na escuridão.
A mina chapada
Mais adiante, dentro da floresta que se tornava cada vez mais fechada, certo dia eles se depararam com uma lagoa no meio de uma clareira. Lá, havia uma donzela nua, que se banhava na água. Eles se aproximaram dela, que depois se apresentou como A Dama da Vinha. Ela parecia conhecê-los, mas não se lembrava (ou se importava). Quando Hankel perguntou a ela se era a fonte de seu impulso para or ao Sul, ela disse que não, mas que sabia quem era. Obviamente, ela não disse.
Depois de uma série de perguntas de todos, rigorosamente mal respondidas, eles resolvem seguir adiante.
Home, Sweet Hell
Quando chegam a uma clareira, eles vêem adiante uma construção absolutamente monstruosa. Ela é protegida por uma barreira mágica. Quando a atravessam, sentem a barreira absorver parte de suas essências, mas isso não os impede de seguir em frente.
Quando passam um portão entre os muros, eles vêem um jardim com um pomar muito bem cuidado, com frutas e grama bem feita. Há três prédios, um com quatro espetos (e um quinto quebrado) em uma ponta, um no meio e outro com um domo na outra ponta. Ninguém parece habitar o lugar.
Um espírito aparece diante deles. Ele diz ser o Jardineiro, o cara encarregado de manter o lugar até que os proprietários voltassem. Ele identifica os quatro como sendo os proprietários, e lhes dá as boas vindas de volta ao lar. Confusos, eles se põem a explorar a sua nova casa, e descobrem que é uma manse poderosa, capaz de abrigar muitas pessoas, mortais e exaltadas. Hankel acha uma biblioteca com os livros
todos detonados. Helmholtz encontra um centro de treinamento imenso, e Carion vê o que se parece com as portas de um cofre. Quando todos se reúnem em torno do cofre e acham a abertura, vêem que ele foi saqueado há muito tempo.
Outra mina chapada
Certo dia, enquanto eles arrumam as coisas para fazer o lugar parecer um pouco menos abandonado, aparece na manse uma moça chamada Saerssa, que pede para se sintonizar. Ela é Lunar. Eles prontamente permitem que ela se sintonize. Ela agradece e diz que eles podem chamá-la se precisarem, no meio da floresta.
Em meio a perguntas para o Jardineiro sobre as suas origens, eles descobrem que foram eles que construíram a manse, na época de esplendor dos Solares. Inclusive, ele diz os seus nomes na época. Hankel era Ganasik, Helmholtz era COXA, Carion era COXA e Thormen era COXA.
Do lado de fora, eles olham o pedaço da torre que desmoronou. Lá dentro há um orbe enorme, cuja função, segundo Hankel, seria de aprefeiçoar o fluxo de essência através da manse. Começam as primeiras especulações sobre como reconstruir esse lugar.
Forgotten Suns
Postado por Francisco sexta-feira, 21 de outubro de 2005 às 01:22
Este blog vai servir como registro das sessões de jogo da campanha do Chico, Chronicles of the East. Atualmente estamos no primeiro ciclo da campanha, "Forgotten Suns".